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Alguém deve saber de algo. Sempre tem alguém. Um colega de escola que não gostava de você. Um amigo cuja vida você arruinou. Sempre tem alguém. Você sabe melhor que eu.
Por Código: Imperador (filme)Salmos, SL, 135:13, O teu nome, Senhor, permanece para sempre; a tua memória, Senhor, passará de geração em geração.
Por Salmos, Antigo TestamentoGinny não é do tipo de fugir. Ela estará de volta em um ano, dois no máximo. Assim que tiver um emprego, um apartamento, um pouco de dinheiro no banco - ela vai voltar para buscar a filha.
Por Elizabeth WetmoreVocê sabia que todos aqueles “eu te odeio” foi na esperança de ouvir um “mas eu te amo”?
Por Érica CarolineElogiar o que está ruim prejudica quem faz. A pessoa não vai se corrigir. Não falo de pessoas, avalio trabalhos. Acho que o público precisa ser informado, não só para não ser apanhado de surpresa por coisas horríveis, como também para compreender melhor o teatro de forma geral. Essa é a minha forma de ajudar a formar uma plateia criteriosa, que peça bons repertórios.
Por Barbara HeliodoraNão exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim... Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível...
Por Adriana BrittoEzequiel, EZ, 11:2, E disse-me: - Filho do homem, são estes os homens que planejam o mal e dão conselhos perversos nesta cidade.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoO nativo sempre soube que não podia esperar nada do outro lado. O trabalho do colono é tornar impossíveis quaisquer sonhos de liberdade do colonizado. O trabalho do colonizado é imaginar todas as combinações eventuais para aniquilar o colono. No plano do raciocínio, o maniqueísmo do colono produz o maniqueísmo do colonizado. À teoria do "nativo como mal absoluto" corresponde a teoria do "colono como mal absoluto".
Por Frantz FanonA neve pôs uma toalha calada sobre tudo. Não se sente senão o que se passa dentro de casa. Embrulho-me num cobertor e não penso sequer em pensar. Sinto um gozo de animal e vagamente penso, E adormeço sem menos utilidade que todas as acções do mundo.
Por Alberto Caeiro