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II Tessalonicenses, 2TS, 2:15, Assim, pois, irmãos, fiquem firmes e guardem as tradições que lhes foram ensinadas, seja por palavra, seja por carta nossa.
Por II Tessalonicenses, Novo TestamentoJó, JÓ, 31:32, - pois o estrangeiro não pernoitava na rua; as minhas portas estavam sempre abertas para os viajantes! - ;
Por Jó, Antigo TestamentoJeremias, JR, 41:11, Quando Joanã, filho de Careá, e todos os comandantes dos exércitos que estavam com ele ouviram falar de todo o mal que Ismael, filho de Netanias, havia feito,
Por Jeremias, Antigo TestamentoI Samuel, 1SM, 9:27, Quando estavam chegando à extremidade da cidade, Samuel disse a Saul: - Diga ao servo que passe à frente de nós. E você, quando ele tiver ido embora, espere um pouco, para que eu possa transmitir a você a palavra de Deus.
Por I Samuel, Antigo TestamentoCântico dos Cânticos, CT, 6:1, Para onde foi o seu amado, ó mais bela das mulheres? Que rumo tomou o seu amado, para que a ajudemos a encontrá-lo? Esposa
Por Cântico dos Cânticos, Antigo TestamentoJá gastámos as palavras pela rua, meu amor, e o que nos ficou não chega para afastar o frio de quatro paredes. Gastámos tudo menos o silêncio. Gastámos os olhos com o sal das lágrimas, gastámos as mãos à força de as apertarmos, gastámos o relógio e as pedras das esquinas em esperas inúteis. Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada. Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro; era como se todas as coisas fossem minhas: quanto mais te dava mais tinha para te dar. Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes. E eu acreditava. Acreditava, porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis. Mas isso era no tempo dos segredos, era no tempo em que o teu corpo era um aquário, era no tempo em que os meus olhos eram realmente peixes verdes. Hoje são apenas os meus olhos. É pouco mas é verdade, uns olhos como todos os outros. Já gastámos as palavras. Quando agora digo: meu amor, já não se passa absolutamente nada. E no entanto, antes das palavras gastas, tenho a certeza de que todas as coisas estremeciam só de murmurar o teu nome no silêncio do meu coração. Não temos já nada para dar. Dentro de ti não há nada que me peça água. O passado é inútil como um trapo. E já te disse: as palavras estão gastas. Adeus.
Por Eugénio de Andrade