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Ontem era meu aniversário, foi um dia inaudito, a vida segue seu fluxo inclinando a cada dia para a sabedoria.

Por altairtico

Que estranho estarmos discutindo um baile quando estamos à beira da guerra.

Por Belgravia

OS 6 NÍVEIS DA CONSCIÊNCIA. 1. Persistência: Não mudo, não me transformo, luto por ser o que creio que sou. Me repito em hábitos hipnóticos. Me fecho em minhas crenças. 2. Mutação: Transformo-me. Cesso de definir-me. Minhas defesas se convertem em pontes. Abre-se minha percepção sem que eu saiba como. Acontece-me. 3. Transmutação: Transformo e melhoro meu mundo. Faço-me responsável pelo que me acontece. Graças a um trabalho contínuo, começo a ser consciente. 4. Adoração: Encontro a outros seres de meu nível. Formamos um grupo sempre mutante e criativo. O eu se torna nós. Felicidade. 5. Regresso: Tudo volta a ser o mesmo que em PERSISTÊNCIA, porém sem angústia. Agora o que era meu ego egoísta é um eu generoso. Paz. 6. Metamorfose: Uno-me ao espaço infinito, ao tempo eterno, ao divino. Enriqueço à humanidade. Estou a serviço do Todo. Plenitude.

Por Alejandro Jodorowsky

As pessoas querem alguém que fale o que elas já sabem, às vezes o que precisam é do respaldo de desconhecidos para poder fazer algo a respeito.

Por Jout Jout

Salmos, SL, 48:14, que este é Deus, o nosso Deus para todo o sempre; ele será nosso guia até a morte.

Por Salmos, Antigo Testamento

Se minhas loucuras tivessem explicações, não seriam loucuras.

Por Friedrich Nietzsche

Onde está a felicidade? No amor, ou na indiferença? Na obediência, ou no poder? No orgulho, ou na humildade? Na investigação, ou na fé? Na celebridade, ou no esquecimento? Na nudez, ou na prosperidade? Na ambição, ou no sacrifício? A meu ver, a felicidade está na doçura do bem, distribuído sem ideia de remuneração. Ou, por outra, sob uma fórmula mais precisa, a nossa felicidade consiste no sentimento da felicidade alheia, generosamente criada por um ato nosso.

Por Rui Barbosa

Que sorte possuir uma grande inteligência: nunca te faltam asneiras para dizer.

Por Anton Tchekhov

Demoro-me neste país indeciso que ainda procura o amor no fundo dos relógios, que se abre como se abrisse os poros solitários para que neles caiam ossos, vidros, pão. Demoro-me no ventre desta cidade que nenhum navio abandonou porque lhe faltou a água para a partida, como por vezes desaparece a estrada que nos conduz aos lugares e ali temos que ficar.

Por Filipa Leal

Amós, AM, 8:6, para comprarmos os pobres por dinheiro e os necessitados por um par de sandálias e vendermos o refugo do trigo?`

Por Amós, Antigo Testamento