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I Reis, 1RS, 14:12, - Quanto a você, mulher de Jeroboão, levante-se e volte para casa. Quando você puser os pés na cidade, o menino morrerá.

Por I Reis, Antigo Testamento

⁠Ai, coração alado Desfolharei meus olhos Neste escuro véu Não acredito mais No fogo ingênuo da paixão São tantas ilusões Perdidas na lembrança

Por Fagner

Jeremias, JR, 52:5, A cidade ficou sitiada até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Ezequiel, EZ, 27:24, Negociavam com você, trazendo todo tipo de mercadorias, tecidos de púrpura e bordados, tapetes de várias cores e cordas trançadas e fortes.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Amós, AM, 1:10, Por isso, porei fogo nas muralhas de Tiro, fogo que consumirá as suas fortalezas.` Edom

Por Amós, Antigo Testamento

Nenhuma experiência é, em si, uma causa do nosso sucesso ou fracasso. Não sofremos com o choque de nossas experiências – o famoso trauma –, mas, em vez disso, fazemos delas o que melhor se adequa aos nossos propósitos. Não somos determinados pelas nossas experiências, mas o significado que lhes damos é autodeterminante.

Por A coragem de não agradar

Isaías, IS, 13:6, Lamentem, pois o Dia do Senhor está perto; ele vem como destruição da parte do Todo-Poderoso.

Por Isaías, Antigo Testamento

Às vezes esquecemos que, embora os dados devam ser puros e diretos, a ciência é feita por pessoas que nunca o são.

Por Adam Rutherford

João, JO, 20:25, Então os outros discípulos disseram a Tomé: - Vimos o Senhor. Mas ele respondeu: - Se eu não vir o sinal dos pregos nas mãos dele, ali não puser o dedo e não puser a minha mão no lado dele, de modo nenhum acreditarei.

Por João, Novo Testamento

Existe um ser que mora dentro de mim como se fosse a casa dele, e é. Trata-se de um cavalo preto e lustroso que apesar de inteiramente selvagem – pois nunca morou antes em ninguém nem jamais lhe puseram rédeas nem sela – apesar de inteiramente selvagem tem por isso mesmo uma doçura primeira de quem não tem medo: come às vezes na minha mão. Seu focinho é úmido e fresco. Eu beijo o seu focinho. Quando eu morrer, o cavalo preto ficará sem casa e vai sofrer muito. A menos que ele escolha outra casa e que esta outra casa não tenha medo daquilo que é ao mesmo tempo selvagem e suave. Aviso que ele não tem nome: basta chamá-lo e se acerta com seu nome. Ou não se acerta, mas, uma vez chamado com doçura e autoridade, ele vai. Se ele fareja e sente que um corpo-casa é livre, ele trota sem ruídos e vai. Aviso também que não se deve temer o seu relinchar: a gente se engana e pensa que é a gente mesma que está relinchando de prazer ou de cólera, a gente se assusta com o excesso de doçura do que é isto pela primeira vez.

Por Clarice Lispector