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Ela tinha esperança. E a esperança era perigosa. A esperança era o mal mais cruel de todos, a coisa que conseguira sobreviver na caixa de Pandora entre a miséria, a doença e a tristeza - e o que poderia resistir ao lado de outros com tais dentes se não tivesse suas próprias garras horríveis?
Afinal, as lembranças eram criaturas fantásticas - elas se erguiam com o mais leve sopro de alimento.
Havia muita sorte na loteria genética; um código diferente e era necessária uma vida inteira de adaptação forçada.
As estrelas nos inclinam, não nos prendem.