Mais frases de Langston Hughes!

⁠DE UMA POÉTICA REVESTIDO (soneto) Eu finco em tributo este soneto enamorado Pra ti! pra que tenhas as altas homenagens Em cada versar. Sentimentos e mensagens De doce paixão... em cada verso inspirado Os olhares e sussurros no soneto enlaçado Achegado. Incide no rimar com metragens De sensação e emoção, em tão sãos itens Refletindo da alma cá neste verso poetado É amor que no meu peito paces, entoando Cânticos de encantos e momento divertido Vibrando a emoção e a ternura ressoando: Tu és o meu amor e também o meu sentido Onde os meus versos vão, então, banhando De uma poética e de uma poética revestido. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 26 janeiro, 2025, 15’47” – Araguari, MG

Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol

⁠SONETO PRIVADO A tarde no cerrado cai, aquosa Silente, e o pôr do sol rubente A chuva, em gota lustrosa... lacrimeja melancolicamente Nesta languidez, a sensação Duma aflição, vou suspirando Enternecido, cheio de ilusão E, lá fora o pingar em bando Sinto o coração palpitando Na solidão, e no devaneio Assim, o tempo passando Em um suplicante floreio Nostálgico sinto arrepio Demanda o pensamento E a saudade no seu feitio Cata poesia pro momento. © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 22 dezembro, 2024, 17’43” – Araguari, MG

Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol

⁠NOITE FELIZ Aquela noite, debaixo da estrela guia Uma noite cristã, o natal do Nazareno Me faz recordar dos dias de pequeno Cheios de encantos, cantigas e poesia Cá nestes versos um versar ingênuo De sensações entrançadas de magia Da velha emoção em verde fantasia E a inspiração em um sonho sereno Flama no soneto, pisca-pisca multicor Anunciando a vinda do autentico amor Alegremo-nos, o menino Deus nasceu! Ah! os corações se enchem de prosa Fé, e este ensejo de forma generosa Traga paz e bem no Natal meu e seu! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 14 dezembro, 2024, 16’20” - Araguari, MG

Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol

⁠SONETO DA SAUDADE - (soneto II) Repete, no soneto saudoso, por mim, a versejar O outrora, as histórias, os sentimentos amados O vazio de uma solidão, por ti, a me espezinhar As marcas do penar da dor no âmago gravados Que possa o poema, do dilema plural, lembrar Da sensação e da prosa, dos olhares intrigados Do amor, ser amador e os encantos a acautelar Todos, na impressão, recordação, enfileirados Redigidos, tão só, pelo carinho e a docilidade Cá no cerrado, sentado à beira dessa saudade Própria de quem viveu a sedução da emoção Aspiro à singeleza e a constância poder atingir Ouvir, e narrar, qual sentido, esse meu existir Poetizando a vós toda poética do meu coração! © Luciano Spagnol - poeta do cerrado 07 dezembro, 2021, 05’48” – Araguari, MG

Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol

Amor e Ódio: Sentimentos dos fracos.

Por Guilherme-Guilherme

Zé doidinho Aconteceu no Maranhão, Com um tal Zé doidinho, Homem inteligente e sábio; E também espertinho. Conhecidos nos bares e cabaré da solidade Por ter morado com duas irmãs gêmeas: Embriagues e sobriedade. Morando com embriagues, Zé doidinho não tinha paz nem sossego, Eram criticas de todos os lados; E não parava no emprego. Dormia pouco e enchia o saco, A vida era agonia e desapego; Os crentes diziam, sai diabo! Destruindo ainda mais o seu ego. Um dia sem explicação, O Zé deixou embriagues; Foi morar com a cunhada Que morava próxima a Inês Por ser ela mais alinhada E usar perfume Francês. A noticia correu rápido Sendo o caso do mês. Tudo parecia um sonho, Os primeiros dias com sobriedade, A terra parecia o céu; Era maior felicidade. E a todos ele dizia, Eu amo a sobriedade! E nunca mais a deixarei; Até a eternidade. Este fato aconteceu, Meu caro leitor, Na ilha mais bela do mundo; São Luis ilha do amor. Terra de poetas filósofo e escritor. Ferreira Gullar, Humberto, Josué Montello... Volta ao meu Maranhão E o que mais anelo.

Por Guilherme-Guilherme

Saudade Daquele amor adventício, Resta apenas lembrança; De momentos afogueados E embriagados de esperança. O amor forasteiro se foi, Levando na mala a paixão; A felicidade é apenas momentos! Ah que doce ilusão! Tudo na vida é efêmero! Bens, amores paixões..., A arte do viver é de poucos; E de raros guardiões. (GG)

Por Guilherme-Guilherme

Lápide [...] o silêncio eterno abraçou-me, e o que parecia o fim, é só o começo de uma grande jornada. Aqui tudo é uma eterna evolução, involução... indefinidamente. o tempo e o espaço deixaram de existir. A morte e o inferno nunca exististiram, é só uma ideia subjetiva da mente humana. Não há nada a temer.

Por Guilherme-Guilherme

As vezes somos abatidos de uma forma tão intensa e brutal, que a recuperação dos sentidos, da razão e da fé: Tornam-se quase irreversíveis.

Por Guilherme-Guilherme

Felicidade é uma ilha: cercada de livros e aura mística por todos os lados.

Por Guilherme-Guilherme