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“... Quem fala com o instinto fala com a profundidade do homem e encontra respostas prontas...!”.

Por Amos Bronson Alcott

I Reis, 1RS, 13:11, Em Betel morava um velho profeta. Os seus filhos vieram e lhe contaram tudo o que o homem de Deus havia feito naquele dia em Betel. Também lhe contaram as palavras que ele tinha dito ao rei.

Por I Reis, Antigo Testamento

Se quero definir-me, sou obrigada inicialmente a declarar: Sou uma mulher NEGRA.

Por Giovana Xavier

Jovem Me faltou ar, mas quero bis Me sinto jovem Só de fazer você feliz

Por Julio Secchin

Não quero que tenham medo, quero que tenham pânico.

Por Greta Thunberg

Juízes, JZ, 1:3, Então os filhos de Judá disseram aos seus irmãos da tribo de Simeão: - Venham conosco à herança que nos caiu por sorteio, e lutemos contra os cananeus. Depois também nós iremos com vocês à herança que lhes caiu por sorteio. E os filhos de Simeão foram com eles.

Por Juízes, Antigo Testamento

É sempre assim. Morre-se. Não se compreende nada. Nunca se tem tempo de aprender. Envolvem-nos no jogo. Ensinam-nos as regras e à primeira falta matam-nos.

Por Ernest Hemingway

Temo a tua natureza; ela está demasiado cheia do leite da ternura humana para que seja capaz de seguir o caminho mais curto.

Por William Shakespeare

⁠Você não deve rezar com a mente. Reze com o coração. Vai fluir naturalmente.

Por Cidade dos Mortos (série)

A música obriga a esquecermo-nos da nossa verdadeira personalidade, transporta-nos a um estado que não é o nosso. Sob a influência da música temos a impressão de que sentimos o que não sentimos; que compreendemos o que na realidade não compreendemos; que podemos o que não podemos. É como o bocejo ou o riso. Não temos sono mas bocejamos quando vimos alguém bocejar. Não temos vontade de rir, mas rimo-nos, ouvindo rir. A música transporta-nos, de surpresa e imediatamente, ao estado de alma em que se encontrava o artista no momento da criação, confundimos a nossa alma com a dele e passamos de um estado a outro sem saber por que o fazemos. (Sonata a Kreutzer)

Por Leon Tolstói