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Sentir falta de alguém é como ter fome. Um vazio insaciável no cerne de si próprio.

Por Andrew Pyper

Gênesis, GN, 39:20, E o dono de José o tomou e o lançou na prisão, no lugar onde os presos do rei estavam encarcerados; ali José ficou na prisão.

Por Gênesis, Antigo Testamento

⁠Recordações são fragmentos de tempo. Com elas costuramos um corpo de palavras que nos permite sustentar uma vida.

Por Eliane Brum

Todo conhecimento comporta o risco do erro e da ilusão. A educação do futuro deve enfrentar o problema de dupla fece do erro e da ilusão. O maior erro seria subestimar o problema do erro; a maior ilusão seria subestimar o problema da ilusão. O reconhecimento do erro e da ilusãao é ainda mais difícil, porque o erro e a ilusão não se reconhecem como tal."

Por Edgar Morin

Verão. Meio-dia Na sombra de uma nuvem o boi cochila

Por Eunice Arruda

A principal tarefa na vida de um homem é a de dar nascimento a si próprio.

Por Erich Fromm

II Crônicas, 2CR, 28:9, Havia em Samaria um profeta do Senhor, cujo nome era Odede. Ele saiu ao encontro do exército que voltava para Samaria e lhe disse: - Eis que o Senhor, o Deus dos seus pais, ficou irado com Judá e os entregou nas mãos de vocês, e vocês os mataram com tamanha raiva, que chegou até os céus.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Você nunca ganhará muito se ficar apenas se preocupando em minimizar as perdas!

Por Harvey Specter

⁠A SEMENTE Certa vez, quando eu passava por um momento muito difícil, sonhei que seria operado do coração. Angustiado, eu pensava que não sobreviveria à operação. Não sei como fui parar ali, por quais caminhos andei ou fui levado. Sabia apenas que haveria uma operação e eu era o paciente a ser operado. De repente, adentra a sala de cirurgia o cirurgião. Ao vê-lo, meu medo desaparece, cheguei até a sorrir... Pois o médico que me operaria era nada mais nada menos do que o poeta Fernando Pessoa! No princípio, achei estranho. Mas depois entendi que fazia sentido ser um poeta o cirurgião de um coração angustiado. Sem demora, o cirurgião-poeta abriu meu peito, mas não com bisturi: não sangrou, nem houve dor. Ele enfiou uma das mãos, porém não foi suficiente. Somente as duas mãos do poeta conseguiram tirar meu coração do peito. "Seu coração está pesado como um paralelepípedo! Preciso extrair o que lhe pesa", diagnosticou o cirurgião-poeta. “O que lhe pesa não é coisa física, o que lhe pesa é a mágoa com o passado, a decepção com o presente, o medo do futuro e a descrença nos homens”, disse-me ele enquanto extraía tudo isso. Quando olhei para a mão do poeta, meu coração estava minúsculo, parecendo uma semente salva de um fruto que perecia. Indaguei: “poeta, com esse coração pequenino como vou sobreviver!?” O cirurgião-poeta então respondeu, terminando sua arte, sua “clínica”: “Ele está assim pequeno porque deixei apenas o coração da criança.” Após ouvir isso despertei, e não apenas daquele sonho. Ainda deitado, olhei para a janela: já amanhecia. Queria registrar o sonho e me virei para procurar caneta e papel. Então, algo que estava sobre meu peito caiu ao meu lado na cama, era um livro que adormeci lendo: “O Eu Profundo e os outros Eus”, de Fernando Pessoa. "As terapias verbais me terapeutam." (Manoel de Barros)

Por Elton Luiz Leite de Souza

Devemos prometer somente o que podemos entregar e entregar mais do que prometemos.

Por Jean Rozwadowski