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⁠Existe, é claro, grande valor em pertencer a um grupo. Segurança em números, por exemplo. Mas também há uma explicação matemática para o motivo pelo qual o cérebro está tão disposto a desistir das próprias opiniões: um grupo de pessoas tem mais probabilidade de estar certo sobre alguma coisa do que qualquer indivíduo.

Por Gregory Berns

É necessária muita intuição e desenvolvimento mental para distinguir um jogo de palavras, uma frase e uma verdadeira obra de arte literária.

Por Leon Tolstói

Hebreus, HB, 7:15, E isto é ainda muito mais evidente, quando, à semelhança de Melquisedeque, surge outro sacerdote,

Por Hebreus, Novo Testamento

Trata de saborear a vida; e fica sabendo, que a pior filosofia é a do choramingas que se deita à margem do rio para o fim de lastimar o curso incessante das águas. O ofício delas é não parar nunca; acomoda-te com a lei, e trata de aproveitá-la.

Por Machado de Assis

⁠Se o Espírito Santo nos guia em tudo, Ele irá fazê-lo de acordo com as Escrituras, e nunca de maneira contrária a elas.

Por George Müller

Muito pouco se padece na vida, em comparação do que se goza; aliás, não sendo assim, como se viveria?

Por Marquês de Maricá

⁠Aqueles com problemas devem ser tratados com bondade. E às vezes isso requer muita coragem.

Por Ganhei um Poder Apelão em Outro Mundo e Agora Sou Imbatível no Mundo Real

Quem conhece a tempestade, enjoa na calmaria.

Por Dorothy Parker

⁠em tempos de paz escrevo guerra em tempos de guerra escrevo desejo

Por Janaína Abílio

Trova do vento que passa Pergunto ao vento que passa notícias do meu país e o vento cala a desgraça o vento nada me diz. Pergunto aos rios que levam tanto sonho à flor das águas e os rios não me sossegam levam sonhos deixam mágoas. Levam sonhos deixam mágoas ai rios do meu país minha pátria à flor das águas para onde vais? Ninguém diz. Se o verde trevo desfolhas pede notícias e diz ao trevo de quatro folhas que morro por meu país. Pergunto à gente que passa por que vai de olhos no chão. Silêncio -- é tudo o que tem quem vive na servidão. Vi florir os verdes ramos direitos e ao céu voltados. E a quem gosta de ter amos vi sempre os ombros curvados. E o vento não me diz nada ninguém diz nada de novo. Vi minha pátria pregada nos braços em cruz do povo. Vi minha pátria na margem dos rios que vão pró mar como quem ama a viagem mas tem sempre de ficar. Vi navios a partir (minha pátria à flor das águas) vi minha pátria florir (verdes folhas verdes mágoas). Há quem te queira ignorada e fale pátria em teu nome. Eu vi-te crucificada nos braços negros da fome. E o vento não me diz nada só o silêncio persiste. Vi minha pátria parada à beira de um rio triste. Ninguém diz nada de novo se notícias vou pedindo nas mãos vazias do povo vi minha pátria florindo. E a noite cresce por dentro dos homens do meu país. Peço notícias ao vento e o vento nada me diz. Quatro folhas tem o trevo liberdade quatro sílabas. Não sabem ler é verdade aqueles pra quem eu escrevo. Mas há sempre uma candeia dentro da própria desgraça há sempre alguém que semeia canções no vento que passa. Mesmo na noite mais triste em tempo de servidão há sempre alguém que resiste há sempre alguém que diz não.

Por Manuel Alegre