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⁠Até mesmo a mulher que tem o Espírito Santo deve ter cuidado com o equívoco de ser sábia aos próprios olhos e pensar que está livre de desvios. “Cuidado com a impressão de que você nunca irá cair ou errar. Isso é uma mentira, todas nós estamos em risco. Você nunca pode achar que está acima da média e que não irá errar. Temos que entender que somos fracas e que nos tornamos fortes na nossa fraqueza quando nos apegamos a Deus.

Por Cristiane Cardoso

No edifício do pensamento não encontrei nenhuma categoria na qual pousar a cabeça. Em contrapartida, que belo travesseiro é o Caos!

Por Emil Cioran

Algumas de nós estão se tornando o homem com que gostariam de casar.

Por Gloria Steinem

Ezequiel, EZ, 32:1, No décimo segundo ano, no décimo segundo mês, no primeiro dia do mês, a palavra do Senhor veio a mim, dizendo:

Por Ezequiel, Antigo Testamento

"Se não tens a mente aberta não me critique por a ter"

Por Fellippe Street

Acha que vou vê-lo fracassar de propósito e depois deixá-lo voltar correndo para uma vida privilegiada sem propósito e significado?

Por Klaus (filme)

I Crônicas, 1CR, 25:17, A décima, para Simei, seus filhos e seus irmãos, doze ao todo.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

⁠A pessoa neurótica tem medo de abrir seu coração ao amor, teme estender a mão para pedir ou agredir; amedronta-a ser plenamente si mesma.

Por Alexander Lowen

Provérbios, PV, 23:9, Não fale com um tolo, porque ele desprezará a sabedoria das suas palavras. - 10 -

Por Provérbios, Antigo Testamento

No momento em que os partidos nacionalistas tentam organizar a classe operária embrionária das cidades, observam-se no campo explosões absolutamente inexplicáveis. É o caso, por exemplo, da famosa insurreição de 1947 em Madagascar. Os serviços colonialistas são formais: é uma revolta camponesa. Na verdade, hoje sabemos que as coisas, como sempre, foram muito mais complicadas. Ao longo da Segunda Guerra Mundial, as grandes companhias coloniais estenderam o seu poder e se apoderaram da totalidade das terras ainda livres. Na mesma época, falou-se na implantação eventual, na ilha, de refugiados judeus, cabilas, antilhanos. Correu igualmente o boato sobre a iminente invasão da ilha por parte dos brancos da África do Sul, com a cumplicidade dos colonos. Assim, após a guerra, os candidatos da lista nacionalista triunfaram nas eleições. Imediatamente depois, organizou-se a repressão contra as células do partido mdrm (Movimento Democrático da Renovação Malgaxe). Para atingir seus fins, o colonialismo serviu-se dos meios mais clássicos: prisões em massa, propaganda racista intertribal e criação de um partido com os elementos desorganizados do lumpemproletariado. Esse partido, dito dos Deserdados de Madagascar (Padesm), daria à autoridade colonial, por suas provocações decisivas, a garantia para a manutenção da ordem. Porém, essa operação banal para aniquilar um partido, preparada de antemão, toma aqui proporções gigantescas. As massas rurais, na defensiva há três ou quatro anos, sentem-se repentinamente em perigo de morte e decidem se opor ferozmente às forças colonialistas. Armado de azagaias e amiúde de pedras e bastões, o povo se lança na insurreição generalizada, em prol da libertação nacional. Sabemos o que vem em seguida. Essas insurreições armadas representam apenas um dos meios utilizados pelas massas rurais para interferir na luta nacional. Algumas vezes os camponeses assumem o lugar da agitação urbana, quando o partido nacional nas cidades se torna alvo da repressão policial. As notícias chegam ao campo ampliadas, desmedidamente ampliadas: líderes detidos, ataques em série com metralhadoras; o sangue negro inunda as cidades, os pequenos colonos banham-se no sangue árabe. Então o ódio acumulado, o ódio exacerbado, acaba por explodir.

Por Frantz Fanon