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Madrepérola Como Frida, não me calo Faço arte da ferida, cuspo no patriarcado Faço parte da família, como Venus e Serena Temos pena, como Azaelia a minha língua dá problema Tombo como Conka, reino como Badu Bailo com a Blaya, ave Maya Angelou!
O medo paga a farmácia, Aceita a vigilância, O medo paga à máfia pela segurança, O medo teme de tudo por isso paga o seguro, Por isso constrói o muro e mantém a distância! Eles têm medo de que não tenhamos medo.
Sereia louca que vai deixar tentar deixar o mar Com a coragem de quem sai do seu habitat Sereia louca que vai gritar, chorar Bramir, esbracejar tentar até conseguir Sereia louca que vai sentir a falta do mar Sentir a falta do ar que há neste lugar Sempre que digam que é louca É melhor muda que rouca
Madrepérola Eu mando como Chimamanda, no comando como Che Sambo como Jojô samba, se caio, caio de pé Imortal como Chavela, sensual como Sade Vertical como Mandela