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I Reis, 1RS, 12:18, Então o rei Roboão enviou Adonirão, superintendente dos que realizavam trabalhos forçados, porém todo o Israel o apedrejou, e ele morreu. Mas o rei Roboão conseguiu subir no seu carro e fugiu para Jerusalém.

Por I Reis, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 24:52, Quando o servo de Abraão ouviu tais palavras, prostrou-se em terra diante do Senhor.

Por Gênesis, Antigo Testamento

Se você não consegue mudar de amigos... Mude de amigos!

Por Jim Rohn

Envelhecer é desaparecer, tornar-se transparente.

Por Annie Ernaux

Este homem que esperou Este homem que esperou humilde em sua casa que o sol lavasse a cara ao seu desgosto Este homem que esperou à sombra de uma árvore mudar a direcção ao seu pobre destino Este homem que pensou com uma pedra na mão transformá-la num pão transformá-la num beijo Este homem que parou no meio da sua vida e se sentiu mais leve que a sua própria sombra

Por António Ramos Rosa

A palavra é prata, o silêncio é ouro.

Por Provérbio Árabe

A morte é uma ascensão a uma biblioteca melhor.

Por John Donne

Números, NM, 27:12, Depois, o Senhor disse a Moisés: - Suba a este monte Abarim e veja a terra que dei aos filhos de Israel.

Por Números, Antigo Testamento

Números, NM, 8:4, O candelabro era feito de ouro batido desde o seu pedestal até as suas flores. Segundo o modelo que o Senhor havia mostrado a Moisés, assim ele fez o candelabro.

Por Números, Antigo Testamento

No pequeno museu sentimental No pequeno museu sentimental os fios de cabelo religados por laços mínimos de fita são tudo que dos montes hoje resta, visitados por mim, montes de Vênus. Apalpo, acaricio a flora negra, a negra continua, nesse branco total do tempo extinto em que eu, pastor felante, apascentava caracóis perfumados, anéis negros, cobrinhas passionais, junto do espelho que com elas rimava, num clarão. Os movimentos vivos no pretérito enroscam-se nos fios que me falam de perdidos arquejos renascentes em beijos que da boca deslizavam para o abismo de flores e resinas. Vou beijando a memória desses beijos.

Por Carlos Drummond de Andrade