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Jó, JÓ, 9:22, Para mim, é tudo a mesma coisa; por isso, digo: ele destrói tanto os íntegros como os perversos.

Por Jó, Antigo Testamento

As pessoas morrem como viveram. Se nunca viveram com sentido, dificilmente terão a chance de viver a morte com sentido.

Por Ana Claudia Quintana Arantes

A loucura de Deus é muito mais bonita que a sabedoria do homem. (Do filme Papa João Paulo II)

Por João Paulo II

Daniel, DN, 10:9, Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo essa voz, caí sem sentidos, com o rosto em terra.

Por Daniel, Antigo Testamento

Ambiente de música é ambiente de droga! (Rogerinho)

Por Choque de Cultura

Quando encontrar seu motivo para viver, agarre-o. Nunca o perca de vista. Mesmo que isso signifique abrir mão de outros caminhos.

Por Abbi Glines

todo mundo ama um escândalo. Não importando o seu tamanho. Afinal, o que pode ser mais divertido que assistir à queda dos poderosos? O que pode ser mais satisfatório que a exposição pública de pecadores hipócritas? Sim, todos amam um escândalo. E se por alguma razão você não está se deliciando com o último, bem... O próximo sempre surge logo em seguida.

Por Desperate Housewives

Números, NM, 1:36, Dos filhos de Benjamim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, contados nominalmente, de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra,

Por Números, Antigo Testamento

Se a educação não for provocativa, não constrói, não se cria, não se inventa, só se repete.

Por Mario Sergio Cortella

SAUDOSISMO MUSICAL Gostaria de expor um pouco das minhas divagações e conceitos a respeito do saudosismo que ataca o coração dos mais sensíveis a um conjunto de sons compostos e dispostos de forma a chamar música, um relacionamento sem DR entre o tripé sonoro, harmonia, melodia e ritmo. Quem não se lembra daquela música popular que se fazia com melodia, harmonia e ritmo em doses exatas de elegância inteligência e "wit" ? E de letras que, quando eram boas falavam de sentimentos profundos. E, quando eram ótimas, de sentimentos superficiais, mas sempre com pitadas perfeitas de sincera ironia. Para completar, era uma música popular que só ficava bem nas vozes de cantores e cantoras que sabiam cantar - digo, que faziam questão de decorar as letras e colocar as notas nos lugares certos, enfeitando ainda mais a melodia com peculiares intervenções e interpretações. No dia em que se escrever a história de como as emoções humanas se transformam à luz difusa do abat-jour lilás, será para esses cantores e cantoras e suas canções que teremos que apelar. Hoje estou com o espírito aberto e, também, mostrar um pouco da minha face oculta do conhecimento geral da matéria em questão. Muitos dos que me conhecem me ouvem divulgando a Música Popular Brasileira (MPB) mas quero falar dos diamantes lapidados da música internacional, que se transforma em música popular internacional. Vocês sabem do que estou falando: de The man I love, com Billie Holiday; When I fall in love, com Nat King Cole; I get a kick out of you, e, My way com Frank Sinatra; My funny Valentine, com Sarah Vaughan; The lady is a tramp, com Ella Fitzgerald, Night na day, April in Paris, As time goes by, canções que milagrosamente conseguiram sobreviver à zorra que nos azucrinou nas trevas dos últimos anos. E sabem por que sobreviveram ? Porque foram escritas para isso. Seus autores quando abriram os pianos e fizeram pontas nos lápis, há muitos e muitos anos, imaginaram que haveria um futuro e capricharam para não desapontar os pôsteres. Mesmo com toda evolução tecnológica e o advento da internet, não é raro nos depararmos com postagens de saudosistas de almas sublimes, brindadas e nos brindando com tais lembranças. Música boa não passa, não esquece e não morre...(Mais uma taça de vinho, por favor...rs)

Por Marcos Marques