Mais frases de Jim Jarmusch!

II Reis, 2RS, 7:6, Porque o Senhor tinha feito com que no arraial dos sírios se ouvisse um ruído de carros de guerra e de cavalos e o ruído de um grande exército, de maneira que disseram uns aos outros: - Eis que o rei de Israel contratou os reis dos heteus e os reis dos egípcios, para virem contra nós.

Por II Reis, Antigo Testamento

Enquanto a maré banhava a areia da praia, o Homem das Tulipas Holandês contemplava o oceano: – Juntadora treplicadora envenenadora ocultadora reveladora. Repare nela subindo e descendo, levando tudo consigo. – O que é? – Anna perguntou. – A água – respondeu o holandês. – Bem, e as horas. (Trecho do livro fictício "Uma aflição imperial, do escritor fictício Peter Van Houten)

Por John Green

Quando escrevo, sinto um alívio, a minha dor desaparece, a coragem volta. Mas pergunto-me: escreverei alguma vez alguma coisa de importância? Virei a ser jornalista ou escritora? Espero que sim, espero-o de todo o meu coração! Ao escrever sei esclarecer tudo, os meus pensamentos, os meus ideais, as minhas fantasias.

Por Anne Frank

Mateus, MT, 5:32, <J>Eu, porém, lhes digo: quem repudiar a sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a se tornar adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Zé doidinho Aconteceu no Maranhão, Com um tal Zé doidinho, Homem inteligente e sábio; E também espertinho. Conhecidos nos bares e cabaré da solidade Por ter morado com duas irmãs gêmeas: Embriagues e sobriedade. Morando com embriagues, Zé doidinho não tinha paz nem sossego, Eram criticas de todos os lados; E não parava no emprego. Dormia pouco e enchia o saco, A vida era agonia e desapego; Os crentes diziam, sai diabo! Destruindo ainda mais o seu ego. Um dia sem explicação, O Zé deixou embriagues; Foi morar com a cunhada Que morava próxima a Inês Por ser ela mais alinhada E usar perfume Francês. A noticia correu rápido Sendo o caso do mês. Tudo parecia um sonho, Os primeiros dias com sobriedade, A terra parecia o céu; Era maior felicidade. E a todos ele dizia, Eu amo a sobriedade! E nunca mais a deixarei; Até a eternidade. Este fato aconteceu, Meu caro leitor, Na ilha mais bela do mundo; São Luis ilha do amor. Terra de poetas filósofo e escritor. Ferreira Gullar, Humberto, Josué Montello... Volta ao meu Maranhão E o que mais anelo.

Por Guilherme-Guilherme

"Esqueça-se um pouco de si mesmo e pense nos outros. Nestas poucas palavras está encerrado o maior segredo da felicidade. Quando nos preocupamos demasiado com nossas pessoas, nossos problemas crescem desmesuradamente. Mas quando esquecemos de nós um pouco para cuidar dos outros, esquecemos nossos problemas que se vão resolvendo por si mesmos. Então, esqueça-se de si mesmo, e pense nos outros, e achará a felicidade." 2007/09/05 enviada por WebMaster Autoria de Carlos Torres Pastorino Mensagens de Minutos de Sabedoria

Por Carlos Torres Pastorino

Acalanto Sonhei um sonho, e neste sonho havia, um algo assim de arrolo e de acalanto. Um algo assim de êxtase e de encanto. Era um enlevamento o que eu sentia. Só que em meu sonho, eu não conseguia saber de onde vinha aquele canto. Por mais que eu procurasse no entanto A voz que o cantava se escondia. Foi no acordar então que dei por mim. Quando se sonha alguma coisa assim é a mão de Deus que em nós se faz sentir. E ficou claro o que eu não entendia a voz que ouvi era a voz de Maria cantarolando pra Jesus dormir.

Por Jenário de Fátima

Lembranças Quantas …Quantas noites mal dormidas, vendo o deslizar das horas mortas, vagamos por imagens absortas no silêncio da casa adormecida. Quantas as lembranças produzidas, que tomam de assalto o vão das portas e erguem um retrato em linhas tortas daquilo o que foram nossas vidas. E neste emaranhado sempre tem a dor d’uma lágrima sentida que recorda-nos a face de alguém. Alguém, por quem a alma chora e sonha e o abraço ao travesseiro é a saída …Mesmo que as vezes lhe encharque a fronha!

Por Jenário de Fátima

⁠( 001 ) · 23 de setembro de 2012 · PÁGINAS EM BRANCO Jenário de Fátima Tudo aquilo que nos sempre vivemos, nos rumos que tomaram nossas vidas, pelas noites de insônia, mal dormidas Ou na quebra das promessas que fizemos. lembrando bons amigos que perdemos, ou canções que já não mais são ouvidas Chorando as tristezas escondidas de amores dos quais nunca esquecemos. Tudo isso faz parte de nossa historia, Historia que vivemos dia a dia Editadas em um livro na memória. E a minha, pra lhe ser sincero e franco, Dá-me um aperto, uma angústia, uma agonia, Quando olho tantas páginas em branco.

Por Jenário de Fátima

⁠( 003 ) Casinha Branca Uma casinha branca ao pé da serra. Onde o poente enegrece mais cedo. Um sabiá cantando no arvoredo E um bezerrinho que distante berra E quando o dia a pálpebra descerra E a lua vem bater nos lajedos Posso eu sentir pelas pontas dos dedos Toda energia que emana da terra... Num canto assim quero findar meus dias. Tirar da terra meu próprio sustento E meio as manhãs de alvoradas frias. Pelo interior deste simples abrigo Bem mais que a neblina que carrega o vento, Eu tenha alguém que amo comigo. Jenario de Fatima

Por Jenário de Fátima