Eu não gosto do novo.
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O bom poeta não é o que faz rimas Mas o que sabe rimar Do que vale ir às vindimas Se não se sabe podar O bom poeta não é o que pensa Mas o que tem as ideias Do que vale uma dispensa Sem as gavetas cheias O bom poeta existe Ou ainda está para aparecer Só a dúvida persiste Só a resposta nos fará saber.
Amigo, meu amigo Olha o mundo como está todo perdido Em conflitos de gerações Olha o mundo como está cheio de inimigos Violentos e estão sedentos Olha como estão correndo em busca do sangue Dos inocentes, irmãos da gente Estado contra estado, nação contra nação Todos correm perigo, irmãos contra irmãos Filhos matando pais Fome, calamidade, peste, o mundo é do cão.
Descobrindo que não sei. Da terra semeada brotam, sentimentos que lá deixei, das lágrimas derramadas em prantos, agoro colho toda dor que plantei. Sentimentos que agora afloram, estranhas flores de todas as cores, nesta mistura triste de formas e aromas, percebo que foi para você, que na minha vida, me dediquei. Se isso não é amor, então não sei quem amei.
Nascemos para amar; a Humanidade Vai, tarde ou cedo, aos laços da ternura. Tu és doce atractivo, ó Formosura, Que encanta, que seduz, que persuade. Enleia-se por gosto a liberdade; E depois que a paixão na alma se apura, Alguns então lhe chamam desventura, Chamam-lhe alguns então felicidade. Qual se abisma nas lôbregas tristezas, Qual em suaves júbilos discorre, Com esperanças mil na ideia acesas. Amor ou desfalece, ou pára, ou corre: E, segundo as diversas naturezas, Um porfia, este esquece, aquele morre.
Liberdade, onde estás? Quem te demora? Quem faz que o teu influxo em nós não Caia? Porque (triste de mim!) porque não raia Já na esfera de Lísia a tua aurora? Da santa redenção é vinda a hora A esta parte do mundo que desmaia. Oh! Venha... Oh! Venha, e trémulo descaia Despotismo feroz, que nos devora! Eia! Acode ao mortal, que, frio e mudo, Oculta o pátrio amor, torce a vontade, E em fingir, por temor, empenha estudo. Movam nossos grilhões tua piedade; Nosso númen tu és, e glória, e tudo, Mãe do génio e prazer, oh Liberdade!
Liberdade querida e suspirada, Que o Despotismo acérrimo condena; Liberdade, a meus olhos mais serena, Que o sereno clarão da madrugada! Atende à minha voz, que geme e brada Por ver-te, por gozar-te a face amena; Liberdade gentil, desterra a pena Em que esta alma infeliz jaz sepultada; Vem, oh deusa imortal, vem, maravilha, Vem, oh consolação da humanidade, Cujo semblante mais que os astros brilha; Vem, solta-me o grilhão da adversidade; Dos céus descende, pois dos Céus és filha, Mãe dos prazeres, doce Liberdade!
Há algum tipo de doce inocência em ser humano - em não ter que ser apenas feliz ou apenas triste - na natureza de ser capaz de estar, ao mesmo tempo, quebrado e inteiro.
Quando a chuva passar, quando o tempo abrir, abra a janela e veja: Eu sou o SOL...
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quando a gente realmente sabe o que quer a vida passa a fazer sentido os caminhos surgem os sorrisos se abrem quando a gente realmente sabe o que quer nossa alma encontra a paz as dúvidas não assustam as barreiras desaparecem quando a gente realmente sabe o que quer o outro dia não custa a chegar o dia dá a mão para a noite e a gente ensaia um passo quando a gente realmente sabe o que quer não temos medo de dançar