Mais frases de Arthur Clough!

II Samuel, 2SM, 12:15, Então Natã foi para a sua casa. E o Senhor feriu a criança que a mulher de Urias teve com Davi; e a criança adoeceu gravemente.

Por II Samuel, Antigo Testamento

II Samuel, 2SM, 20:5, Amasa saiu para convocar os homens de Judá, mas demorou-se além do tempo que lhe havia sido dado.

Por II Samuel, Antigo Testamento

II Samuel, 2SM, 1:27, Como caíram os valentes, e pereceram as armas de guerra!

Por II Samuel, Antigo Testamento

ASAS POR TODOS OS LADOS Asas por todos os lados que olho Estradas que aparecem do nada Asas serão minhas ou das aves? As estradas são minhas ou sou eu? Perdido numa nuvem de penas Ou seria pelos macios e sedosos? Asas que passam pela minha face, Cometas que riscam a minha imaginação, Como Pegasus a correr no céu negro. Cada passo na escuridão as asas. A sensação que ar se molda ao meu redor, Se espessa, como sangue pútrido. As asas passam por mim, Aves na escuridão de uma caverna? Morcegos cheios de tabus e de medo? A respiração acelera um pouco. O suor escorre pela face, E sinto a asas que passam a milímetros de mim Cada passada das asas são milhares de ondas sonoras Um coral macabro na minha imaginação. Dentes, bicos, olhos, sonares, penas, doenças. São fantasmas sombrios que habitam os meus não ver. Imagino o imaginário do ser primitivo Do surgimento das lendas ao redor da fogueira Asas por todos os lados num barulho estridente A claridade desvenda todos os medos Já é a hora de iniciar um novo dia e acordar. André Zanarella 01-09-2012 http://www.recantodasletras.com.br/poesias/4417284

Por André Zanarella

Por quê o planeta terra parece mais o trabalho de um estagiário relaxado do que o produto de uma consciência superior, toda poderosa e sábia?

Por George Carlin

A tarde talvez fosse azul, não houvesse tantos desejos.

Por Carlos Drummond de Andrade

II Samuel, 2SM, 20:18, Então ela disse: - Antigamente se costumava dizer: ´Peçam conselho na cidade de Abel`; e assim as questões eram resolvidas.

Por II Samuel, Antigo Testamento

II Samuel, 2SM, 2:18, Estavam ali os três filhos de Zeruia: Joabe, Abisai e Asael. Asael, que era ligeiro como uma gazela selvagem,

Por II Samuel, Antigo Testamento

Ah, perante esta única realidade, que é o mistério, Perante esta única realidade terrível — a de haver uma realidade, Perante este horrível ser que é haver ser, Perante este abismo de existir um abismo, Este abismo de a existência de tudo ser um abismo, Ser um abismo por simplesmente ser, Por poder ser, Por haver ser! — Perante isto tudo como tudo o que os homens fazem, Tudo o que os homens dizem, Tudo quanto construem, desfazem ou se construi ou desfaz através deles. Se empequena! Não, não se empequena... se transforma em outra coisa — Numa só coisa tremenda e negra e impossível, Uma coisa que está para além dos deuses, de Deus, do Destino — Aquilo que faz que haja deuses e Deus e Destino. Aquilo que faz que haja ser para que possa haver seres, Aquilo que subsiste através de todas as formas De todas as vidas, abstractas ou concretas, Eternas ou contingentes, Verdadeiras ou falsas! Aquilo que, quando se abrangeu tudo, ainda ficou fora, Porque quando se abrangeu tudo não se abrangeu explicar porque é um tudo, Porque há qualquer coisa, porque há qualquer coisa, porque há qualquer coisa! Minha inteligência tornou-se um coração cheio de pavor, E é com minhas ideias que tremo, com a minha consciência de mim, Com a substância essencial do meu ser abstracto Que sufoco de incompreensível, Que me esmago de ultratranscendente, E deste medo, desta angústia, deste perigo do ultra-ser, Não se pode fugir, não se pode fugir, não se pode fugir! Cárcere do Ser, não há libertação de ti? Cárcere de pensar, não há libertação de ti? Ah, não, nenhuma — nem morte, nem vida, nem Deus! Nós, irmãos gémeos do Destino em ambos existirmos, Nós, irmãos gémeos dos Deuses todos, de toda a espécie, Em sermos o mesmo abismo, em sermos a mesma sombra, Sombra sejamos, ou sejamos luz, sempre a mesma noite. Ah, se afronto confiado a vida, a incerteza da sorte, Sorridente, impensando, a possibilidade quotidiana de todos os males, Inconsciente o mistério de todas as coisas e de todos os gestos, Porque não afrontarei sorridente, inconsciente, a Morte? Ignoro-a? Mas que é que eu não ignoro? A pena em que pego, a letra que escrevo, o papel em que escrevo, São mistérios menores que a Morte? Como se tudo é o mesmo mistério? E eu escrevo, estou escrevendo, por uma necessidade sem nada. Ah, afronte eu como um bicho a morte que ele não sabe que existe! Tenho eu a inconsciência profunda de todas as coisas naturais, Pois, por mais consciência que tenha, tudo é inconsciência, Salvo o ter criado tudo, e o ter criado tudo ainda é inconsciência, Porque é preciso existir para se criar tudo, E existir é ser inconsciente, porque existir é ser possível haver ser, E ser possível haver ser é maior que todos os Deuses.

Por Álvaro de Campos

II Samuel, 2SM, 21:8, Porém o rei pegou os dois filhos que Rispa, filha de Aiá, tinha tido de Saul, a saber, Armoni e Mefibosete. Pegou também os cinco filhos que Merabe, filha de Saul, tinha tido de Adriel, filho de Barzilai, meolatita.

Por II Samuel, Antigo Testamento