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Você quer isso, certo? Você sabe que quer isso. Então vá em frente. Termine isso. Termine o que você começou.

Por Kristen Roupenian

Estatística Escrever poemas não vale um corpo caído no asfalto. Sinais de sangue no sapato. Riso apagado no ato. Escrever poemas não vale a memória dos inimigos da horda jogados na caldeira dos silêncios. Escrever poemas não vale a noite incômoda e feroz dos que dormem cobertos de luas e estrelas. Escrever poemas não vale um único segundo de um dia inteiro penando injustiças… Escrever poemas não vale a primeira sílaba da palavra morte – derradeira dormida do corpo e da alma. Não vale o poema. Não vale o silêncio sob o manto dormente das milícias. Não vale a outra face navalhadano tapa. Não vale a pele do mapa. Não vale a trapaça da dor, ferida aberta na couraça.

Por Lau Siqueira

II Crônicas, 2CR, 32:13, Vocês não sabem o que eu e os meus pais fizemos com todos os povos das outras terras? Será que os deuses das nações daquelas terras puderam de alguma forma livrar o seu país das minhas mãos?

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Lucas, LC, 7:18, Todas estas coisas foram relatadas a João pelos seus discípulos. E João, chamando dois deles,

Por Lucas, Novo Testamento

Assim, sob qualquer ângulo que se esteja situado para considerar esta questão, chega-se ao mesmo resultado execrável: o governo da imensa maioria das massas populares se faz por uma minoria privilegiada. Essa minoria, porém, dizem os marxistas, compor-se-á de operários. Sim, com certeza, de antigos operários, mas que, tão logo se tornem governantes ou representantes do povo, cessarão de ser operários e pôr-se-ão a observar o mundo proletário de cima do Estado; não mais representarão o povo, mas a si mesmos e suas pretensões de governá-lo. Quem duvida disso não conhece a natureza humana.

Por Bakunin

Êxodo, EX, 16:30, Assim, o povo descansou no sétimo dia.

Por Êxodo, Antigo Testamento

⁠Se contigo sentes que és abençoado pelos céus, tu saberás no momento em que tiveres de tomar a decisão.

Por Alexandre, o Grande

⁠Quando a fase da lua de mel acaba, o que resta é escolher, continuamente, a outra pessoa.

Por Jedidiah Jenkins

Quando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cidades para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas... Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores. O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade. Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior. A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo. É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição. Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações. O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas... porém, em ordem e em paz.

Por Divaldo Franco

Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mais evidente fica nossa ignorância.

Por John F. Kennedy