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Oséias, OS, 13:8, Como ursa, roubada dos seus filhotes, eu os atacarei e lhes rasgarei o peito. Como leão, eu os devorarei ali mesmo; como um animal selvagem, os farei em pedaços.`
Por Oséias, Antigo TestamentoSe as pessoas não tiverem vínculos profundos com sua memória ancestral, com as referências que dão sustentação a uma identidade, vão ficar loucas neste mundo maluco que compartilhamos.
Por Ailton KrenakLamentações de Jeremias, LM, 3:27, Bom é para o homem suportar o jugo na sua mocidade. Iode -
Por Lamentações de Jeremias, Antigo TestamentoI Reis, 1RS, 7:39, Pôs cinco suportes à direita do templo e cinco, à esquerda; porém o mar ele pôs ao lado direito do templo, para o lado sudeste.
Por I Reis, Antigo TestamentoOs prazeres de se depender de alguém empalidecem perto dos medos paralisantes que essa dependência envolve.
Por Alain de BottonE se eu disser que nunca sei mesmo a direção? E se eu disser que toda vez que eu achei que ia acertar eu na verdade só arrisquei? Você ainda ia me querer? Diz. Eu seria ainda o que sou para você? E se eu disser que eu nunca soube nada de minha vida, que eu sempre deixei tudo passar por mim e as vezes ia, as vezes não ia, dependendo do gosto do café. Você ia querer? Será que ia mesmo? Minha vida é correr contra os carrinhos na montanha russa esperando vencer o impossível e não ser levado outra vez para trás. Você entende? Ainda assim quer? Pensa… Eu não sei nada. Só sei ser assim. Eu sequer me entendo. Nunca consegui brincar de ter certeza. Nunca consegui 100% de não dúvida. Ainda? Ninguém esqueceu a sombra em meu quarto. Ainda assim eu fugi. Ninguém passou com pressa por mim. Ainda assim segui… e caí no buraco da árvore. Eu sempre fui… Sempre passei… Sempre acreditei em minhas próprias estórias. E nunca dormi. Sempre vi tudo chacoalhar meus cabelos e me deixei levar. É isso? Nunca morei em uma só casa. Nunca fiquei em um só plano. E é sempre o gosto do café. Nada concreto. Nenhuma teoria. Nenhum cálculo. Só correr contra a brisa pra sentir o gosto da chuva na boca. Nunca cresci. Agora perdi o trem. E ele não para mais pra mim. E se eu dissesse que eu também não quero que ele pare. Você ia querer? Será que ia mesmo? Eu mesmo nunca sei… 2004 – “Os Funerais Do Coelho Branco”
Por Nenê AltroA nova competição é provavelmente mais acirrada nas indústrias de alimentos, porque temos uma limitação muito real sobre o que podemos consumir – apesar de rendimentos mais altos e padrões de vida mais altos, não podemos comer mais do que podemos comer.
Por Edward Bernays