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Não existe um céu sem estrelas (...). Mesmo quando estão cobertas pelas nuvens, ainda estão lá. A gente só não consegue enxergar.

Por Iris Figueiredo

I Crônicas, 1CR, 15:10, dos filhos de Uziel veio Aminadabe, o chefe, e seus irmãos, cento e doze.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Ela quer provar os quatro vinhos brancos mais secos. Não vai adorar nenhum deles, mas o processo é parte da experiência.

Por Entergalactic

TRISTEZA Minh’alma é como o deserto De dúbia areia coberto, Batido pelo tufão; É como a rocha isolada, Pelas espumas banhada, Dos mares na solidão. Nem uma luz de esperança, Nem um sopro de bonança Na fronte sinto passar! Os invernos me despiram E as ilusões que fugiram Nunca mais hão de voltar! Roem-me atrozes idéias, A febre me queima as veias; A vertigem me tortura!… Oh! por Deus! quero dormir, Deixem-me os braços abrir Ao sono da sepultura! Despem-se as matas frondosas, Caem as flores mimosas Da morte na palidez, Tudo, tudo vai passando… Mas eu pergunto chorando: Quando virá minha vez? Vem, oh virgem descorada, Com a fronte pálida ornada De cipreste funerário, Vem! oh! quero nos meus braços Cerrar-te em meigos abraços Sobre o leito mortuário! Vem, oh morte! a turba imunda Em sua miséria profunda Te odeia, te calunia… – Pobre noiva tão formosa Que nos espera amorosa No termo da romaria. Quero morrer, que este mundo Com seu sarcasmo profundo Manchou-me de lodo e fel, Porque meu seio gastou-se, Meu talento evaporou-se Dos martírios ao tropel! Quero morrer: não é crime O fardo que me comprime Dos ombros lançar ao chão, Do pó desprender-me rindo E as asas brancas abrindo Lançar-me pela amplidão! Oh! quantas louras crianças Coroadas de esperanças Descem da campa à friez!… Os vivos vão repousando; Mas eu pergunto chorando: – Quando virá minha vez? Minh’alma é triste, pendida, Como a palmeira batida Pela fúria do tufão. É como a praia que alveja, Como a planta que viceja Nos muros de uma prisão! S. Paulo – 1861.⁠

Por Fagundes Varela

Porque quando as pessoas veem bondade, esperam por ela. E não quero ter que viver com as expectativas de ninguém.

Por Damon Salvatore

Pretin, desse jeito 'cê' me deixa louca Tomando coragem pra beijar sua boca Mesmo que 'cê' não saiba Sou eu não tem outra, pra mudar sua vida assim só eu Louca Pretin, desse jeito 'cê' me deixa louca Tomando coragem pra beijar sua boca Mesmo que 'cê' não saiba Sou eu não tem outra, pra mudar sua vida assim só eu Louca Hoje ele acordou e assobiou A Flora acordou e te respondeu Quando ele queria um beijo era Quando ela respondia era tipo Viu? Ele dizia: 'Eu tô te querendo' Ela dizia: 'Já tô descendo' Ele dizia: 'Então vem correndo' Ela dizia: 'É isso 'memo' Me levou pra passear E depois fez com que esse amor crescesse tanto em mim Me levou pra um lugar onde quando um amor começa jamais haverá um fim Dominou meu coração de uma forma tão sútil Mas eu não consegui dormir E o meu pretinho querendo meu chamego Já não tinha porque se esconder assim Pretin desse jeito você me deixa louca Tomando coragem pra beijar sua boca Mesmo que 'cê' não saiba Sou eu não tem outra, pra mudar sua vida assim só eu Louca Pretin, desse jeito 'cê' me deixa louca Tomando coragem pra beijar sua boca Mesmo que 'cê' não saiba Sou eu não tem outra, pra mudar sua vida assim só eu Louca Pretin

Por Flora Matos

Tome decisões com frequência. Quanto mais decisões você toma, melhores elas são. Os músculos se fortalecem com o uso, e o mesmo acontece com os seus músculos de tomar decisões. Libere seu poder agora mesmo, tomando alguma decisão que venha adiando. Não vai acreditar na energia e na animação que isso criará em sua vida!

Por Anthony Robbins

Deixe a chuva cair E despertar meus sonhos Deixe-a purificar Minha sanidade Porque eu quero sentir o trovão Eu quero gritar Deixe a chuva cair Eu estou falando a verdade

Por Hilary Duff

Atos, AT, 24:12, e que não me acharam no templo discutindo com ninguém, nem agitando o povo, fosse nas sinagogas ou na cidade;

Por Atos, Novo Testamento

QUEM ME DERA Quem me dera que a minha vida fosse um carro de bois Que vem a chiar, manhãzinha cedo, pela estrada, E que para de onde veio volta depois Quase à noitinha pela mesma estrada. Eu não tinha que ter esperanças — tinha só que ter rodas ... A minha velhice não tinha rugas nem cabelo branco... Quando eu já não servia, tiravam-me as rodas E eu ficava virado e partido no fundo de um barranco.

Por Alberto Caeiro