poema natalino... Neste Natal, te desejo tudo. Ou melhor, quase tudo (pois também há no tudo um pouquinho de mal). Mas estive pensando... quase tudo ainda é muito! Te desejo somente o mais essencial: Neste Natal, te desejo um sorriso que não seja bonito, que não seja perfeito, que não seja formal; Te desejo o sorriso mais bobo soluçado entre lágrimas; O sorriso mais doce e o mais natural. Neste Natal, te desejo criança. Não, criança ainda é muito... Te desejo somente o olhar da criança! — E, com ele, a surpresa de nascer no Natal.