Veja outros textos inspiradores!
Jó, JÓ, 9:31, mesmo assim me submergirás no lodo, e as minhas próprias roupas terão nojo de mim.
Por Jó, Antigo TestamentoCOMODISMO E MODOS DE VIDA Uma coisa que acho muito interessante, é a maneira com que a maioria das pessoas encara a própria vida. Existe um certo fatalismo com certos conceitos que "não se discutem". Por exemplo, quantas vezes um casal que já não se entende mais, permanece junto "por causa dos filhos" , ou então porque "o que vão dizer os amigos, ou parentes". Ou então, permanece-se em um emprego, "só por causa da segurança". Por vezes, deixa-se passar oportunidades de grandes mudanças na vida "só para não ficar longe da família". Esses, são conceitos que tendem a levar ao comodismo na vida. Na verdade, o que faz com essas pessoas se apeguem aos conceitos, é uma certa covardia em enfrentar mudanças. Por medo do insucesso, não se vai atrás dos sonhos, do grande objetivo na vida. Existe uma frase cujo autor desconheço, que diz simplesmente, que o medo de perder nos impede de ganhar. Exemplificando, quando resolvemos ir para o Congo, tivemos que enfrentar forte oposição de familiares e amigos, que diziam ser rematada loucura o que iríamos fazer, e como poderíamos viver longe de todos. Não posso dizer como seria minha vida se não tivesse ido... só sei que não teria aprendido a grande lição de vida que aprendi vivendo lá, além de outras vantagens pecuniárias... Enfim... são decisões que devem ser tomadas na hora certa, e da maneira correta. E que grande verdade é este pensamento. Assim, cada vez que nos surgir a pergunta: será que vai dar certo? O que realmente há que se fazer, é mudar o rumo da pergunta para: o que é preciso fazer para que dê certo? Geralmente quando se chega a uma encruzilhada, não podemos perder muito tempo com indecisões. Um caminho tem que ser seguido, e quanto mais rápido, melhor. Agora o que mais serve de entrave, são os velhos conceitos de vida, que costumam ser apresentados como "verdades absolutas", e ficam muito arraigados dentro do espírito de muita gente. Outro tipo de "verdades absolutas" é aquele apresentado pelos pais que procuram determinar os destinos dos filhos, porque sabem "o que é melhor para eles". Ora, os jovens devem ser preparados para escolher seus destinos, ao invés de ter de seguir caminhos já traçados. É uma diferença muito grande, entre orientar-se os filhos preparando-os para que eles possam escolher que rumo tomar na vida, seguindo seu sonho, sua vocação, ou simplesmente escolher que carreira os filhos devem seguir, "porque é melhor para eles". Quem deve saber o é melhor para eles, são eles mesmos. O principal é ter coragem para tomar decisões. Se serão certas ou erradas, o tempo dirá. O importante, é tomá-las.
Por Autor desconhecidoA rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Por Drauzio VarellaFome machuca, mas eu o quero tanto que mata. Pois eu sei que sou uma bagunça que ele não quer limpar Tenho que desistir, pois essas mãos tremem demais para segurar. Fome machuca, mas morrer de fome funciona quando custa demais amar
Por Fiona AppleA amizade, como o dilúvio universal, é um fenômeno do qual todo o mundo fala, mas que ninguém ainda viu com os seus próprios olhos.
Por E. PoncelaSempre enxerguei além das demais crianças Minha mente cruzava os desertos colossais do Kansas Como Dante Alighieri visto no inferno da alma Na verdade o que me fere são as rosas não as armas Honrosas lutas sujas cujo oculta a sorte Fez com que eu matasse a morte Sim, a arte mata a morte
Por Diomedes ChinaskiQuando se receou de mais aquilo que pode acontecer, acaba-se por encontrar algum alívio quando isso acontece.
Por Joseph JoubertQuando a bondade se mostra abertamente já não é bondade, embora possa ainda ser útil como caridade organizada ou como ato de solidariedade. Daí: «Não dês tuas esmolas perante os homens, para seres visto por eles». A bondade só pode existir quando não é percebida, nem mesmo por aquele que a faz; quem quer que se veja a si mesmo no ato de fazer uma boa obra deixa de ser bom; será, no máximo, um membro útil da sociedade ou zeloso membro da Igreja. Daí: «Que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita». (...) O amor à sabedoria e o amor à bondade, que se resolvem nas atividades de filosofar e de praticar boas ações, têm em comum o fato de que cessam imediatamente – cancelam-se, por assim dizer – sempre que se presume que o homem pode ser sábio ou ser bom. Sempre houve tentativas de dar vida ao que jamais pode sobreviver ao momento fugaz do próprio ato, e todas elas sempre levaram ao absurdo.
Por Hannah Arendt