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Era uma coisa estranha nos humanos, ela pensou: as primeiras atrações eram quase sempre baseadas em aparências físicas, que com o tempo se tornavam o elemento menos importante de um relacionamento.
Passar mais tempo online, às vezes com completos estranhos, tornou as pessoas mais suscetíveis a campanhas de desinformação que vão de acordo com seus gostos, desejos e, às vezes, seus preconceitos, com consequências no mundo real.
Quase toda tecnologia que conectou pessoas que moram separadas também criou novas barreiras entre as pessoas que moram próximas.
Esta é a casa da liberdade e deve nos lembrar constantemente quão sutil e sensível é a barreira entre a liberdade e seu oposto, o totalitarismo.
Aprendemos que precisamos olhar no espelho e ver o que os outros veem em nós e não apenas o que queremos ver em nós mesmos.