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O arranco da morte Pesa-me a vida já. Força de bronze Os desmaiados braços me pendura. Ah! já não pode o espírito cansado Sustentar a matéria. Eu morro, eu morro. A matutina brisa Já não me arranca um riso. A rósea tarde Já não me doura as descoradas faces Que gélidas se encovam. O noturno crepúsculo caindo Só não me lembra o escurecido bosque, Onde me espera, a meditar prazeres, A bela que eu amava. A meia-noite já não traz-me em sonhos As formas dela - desejosa e lânguida - Ao pé do leito, recostada em cheio Sobre meus braços ávidos. A cada instante o coração vencido Diminui um palpite; o sangue, o sangue, Que nas artérias férvido corria, Arroxa-se e congela. Ah! é chegada a minha hora extrema! Vai meu corpo dissolver-se em cinza; Já não podia sustentar mais tempo O espírito tão puro. É uma cena inteiramente nova. Como será? - Como um prazer tão belo, Estranho e peregrino, e raro e doce, Vem assaltar-me todo! E pelos imos ossos me refoge Não sei que fio elétrico. Eis! sou livre! O corpo que foi meu! que lodo impuro! Caiu, uniu-se à terra.
Por Junqueira FreireJoão, JO, 8:38, <J>Eu falo das coisas que vi junto de meu Pai; vocês, porém, fazem o que ouviram do pai de vocês.</J>
Por João, Novo TestamentoGênesis, GN, 36:25, São estes os filhos de Aná: Disom e Oolibama, a filha de Aná.
Por Gênesis, Antigo TestamentoI Coríntios, 1CO, 7:22, Pois quem foi chamado no Senhor, sendo escravo, é liberto que pertence ao Senhor. Do mesmo modo, quem foi chamado, sendo livre, é escravo de Cristo.
Por I Coríntios, Novo TestamentoI Crônicas, 1CR, 5:11, Os filhos de Gade habitaram em frente deles, na terra de Basã, até Salca.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoPuberdade senil "Ainda não sei qual é a expressão que me flerta quando miro minha face no espelho; desconheço no reflexo esse olho que me enxerga, que me escruta com a passiva ira dos tempos, insolente na sombra dos rastros de um vinco. Quando essa mão que explora traços invisíveis na deslembrança de um rosto infante, chispas de fuligem me alcançam a mente. E os meus cabelos nascem prateados. Perdi a superfície vã das coisas simples na esteira da infância, ou em puberdade senil se encontra o olho desse espelho?".
Por Clara DawnCógito eu sou como eu sou pronome pessoal intransferível do homem que iniciei na medida do impossível eu sou como eu sou agora sem grandes segredos dantes sem novos secretos dentes nesta hora eu sou como eu sou presente desferrolhado indecente feito um pedaço de mim eu sou como eu sou vidente e vivo tranqüilamente todas as horas do fim.
Por Torquato Neto