Mais frases de Ari Pai!

Ei! Você pode salvar ou matar seus dias! A verdade è que temos duas escolhas: Ser salva vida ou assasino de si mesmo. Não posso mentir que jà matei alguns dias, jà alimentei choro, saudade, jà desacreditei no amor, perdi o sono por coisas tão bobas. Dai a maturidade chega, cai a ficha que nosso dia è sagrado e que se apegar com o que desequilibra faz mal, adoece e pode até matar. Não permita nunca, que atitudes externas modifique seus sonhos, seu sorriso, seu brilho, seus objetivos, e o principal sua PAZ. Ela aprendeu que o amor existe, e depois disso ela saiu por ai feito louca destribuindo seu melhor por onde passa. Aprendi a salvar meus dias... Tência Medeiros.

Por Tência Medeiros.

A pergunta não é como, mas quando.

Por Dark

Ou nós encontramos um caminho, ou abrimos um.

Por Aníbal

"O tempo nos capacitar para dias difíceis, nos tornando-se mais forte.

Por Aníbal

As pessoas são peões em um tabuleiro de xadrez. Guiadas por mãos desconhecidas. Servem apenas para serem sacrificadas por um objetivo maior.

Por Dark

quando eu não tinha amigos entrava nos meus livros amados & esculpia alguns com times new roman corpo 12.

Por Amanda Lovelace

como eu não tinha mais minhas asas usava umas falsas cobertas de glitter dourado.

Por Amanda Lovelace

se uma casa não é automaticamente um lar, então um corpo também não é automaticamente um lar.

Por Amanda Lovelace

As mulheres aguentam, não apenas porque são capazes. Não. As mulheres aguentam porque não têm nenhuma outra opção.

Por Amanda Lovelace

- Não há nada tão triste quanto uma criança levada - começou - especialmente uma menininha levada. Sabe para onde vão os maus após a morte? - Vão para o inferno - foi minha pronta e ortodoxa resposta. - E que é o inferno? Pode me dizer isso? - Um poço cheio de fogo. - E você gostaria de cair nesse poço, e ficar lá queimando para sempre? - Não, senhor. - Que deve fazer para evitar isso? Eu pensei por um momento; minha resposta, quando veio, era contestável: - Devo me manter em boa saúde, e não morrer.

Por Charlotte Brontë