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II Crônicas, 2CR, 26:14, Uzias preparou para todo o exército escudos, lanças, capacetes, couraças e arcos e até fundas para atirar pedras.
Por II Crônicas, Antigo TestamentoFeliz é aquele que consegue enxergar na alegria dos outros o resultado de suas ações.
Por Clóvis de Barros FilhoII Coríntios, 2CO, 9:12, Porque o serviço desta assistência não só supre a necessidade dos santos, mas também transborda em muitas orações de gratidão a Deus.
Por II Coríntios, Novo TestamentoAdmira-se o talento, a coragem, a bondade, as grandes dedicações e as provas difíceis, mas só temos consideração pelo dinheiro.
Por Sébastien-Roch ChamfortAs pessoas têm medo de ficar sozinhas e nunca serem encontradas. Aparentemente, ser encontrado é de extrema importância para as pessoas.
Por Jessica AnthonyTudo passa O tempo passa O amor passa A vida se vai Até o orgulho se desvai Não há sentimento que perdure O tempo deixa cicatriz Nos magoamos infelizmente E perdemos tudo em um tris Perdão e amizade Mesmo não tendo o que se espera Podemos lutar E vencer o mal que dilacera Deixemos a paz Deixar tudo ir Ninguém é de ninguém Por mais que haja desdém A felicidade brota de si O amor próprio também Podemos seguir a vida Mesmo depois da despedida
Por Antonio FerreiraDia da Criança Luzes nas ruas, risos, cores, brilho das vitrines em festa. Um carro, vestido novo, um trem. Gente que passa e não presta atenção nos que ficam à margem do encanto das luzes, no espanto do menino que erra sozinho, perdido na cidade. Que fere, maltrata e destrói com maldade os sonhos de criança. Que rouba no berço o carinho da mãe, que cedo levanta e tanto trabalha, escrava submissa do asfalto, alheio e sem dó de seu filho, tão triste e tão só. Com sua vozinha, fraca e cansada, fica nas ruas perdido a pedir por presente apenas um dia só seu; pois não sabe, afinal, distinguir, como alguém, que com fome cresceu, nos anúncios das lojas que gritam e proclamam que ele também é criança e esse dia é o seu.
Por Victor Motta- Acho, senhora, que pela primeira vez na vida Artur foi golpeado por uma loucura que ele não pode contrololar. - O Amor? Olhei-a e disse a mim mesmo que não estava apaixonado por ela, e que seu broche era um talismã apanhado aleatoriamente. Disse a mim mesmo que ela era uma princesa e eu no filho de uma escrava. - Sim, senhora. - Você entende essa loucura? Eu não tinha consciência de coisa alguma na sala, exceto Ceinwyn. A princesa Helledd, o príncipe adormecido, Galahad, as tias, a harpista, nenhum deles existia pra mim, assim como os tecidos pendurados nas paredes ou os suportes de bronze das lamparinas. Só tinha consciência dos olhos grandes e tristes de Ceinwyn e de meu coração batendo. - Entendo que é possível olhar nos olhos de alguém - ouvi-me dizer - e de súbito saber que a vida será impossível sem eles. Saber que a voz dessa pessoa pode fazer seu coração falhar e que a compania dela é tudo que sua felicidade pode desejar, e que a ausência dela deixará seua alma solitária, desolada e perdida. [...] - Isso já lhe aconteceu, Lorde Derfel? (As Crônicas de Artur)
Por Bernard Cornwell