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Dê sem lembrar, receba sem esquecer.

Por Brian Tracy

Um vencedor não tem nada a dizer para um perdedor.

Por Kuroko No Basket

II Crônicas, 2CR, 9:23, Todos os reis do mundo queriam ver Salomão para ouvir a sabedoria que Deus tinha posto no coração dele.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

Mulheres Meio Ananda ⁠Nós, mulheres meio Ananda, queremos ser sentidas, não apenas vistas. Queremos alguém que decifre nossos silêncios, que ouse atravessar o mistério por trás do olhar, e encontre, ali dentro, a vastidão de um universo que pulsa. Falamos da vida — sim, falamos — mas não nos resumimos a palavras. Há em nós um canto que nem mesmo sabemos entoar. Um desejo sem nome, uma sede de viver com leveza e fúria, com beleza e verdade, tocando com os olhos, os dedos, a alma, as maravilhas que o mundo esconde. Nós, mulheres meio Ananda, aprendemos a nos amar com o mesmo cuidado que um dia esperamos receber. Nos amamos no espelho e no silêncio, nos cuidamos como se fossemos jardim — flores e espinhos, sol e sombra. Desejamos ser amadas assim: sem podas, sem medo, inteiras. Nossos sonhos — mesmo os mais banais — carregam o peso doce do coração. Somos de instantes e de eternidades. Queremos o alto de um prédio em Nova York, e também um chalé rústico, banhado pelo pôr do sol, ao lado do mar, com um cabrito chamado Tobias e um golden de olhar fiel. E ainda que não leiamos sempre, amamos a ideia de uma biblioteca — não pelas palavras, mas pela beleza quieta que ela carrega. Afinal, o que queremos, nós, mulheres meio Ananda? Queremos viver com sentido, rir com o corpo inteiro, colecionar momentos que fiquem na pele. Queremos lembrar por que estamos vivas, ser compreendidas sem precisarmos nos explicar. Queremos — apenas isso — ser felizes.

Por anandayasmin

No travesseiro, meus pensamentos são seus.

Por Fernanda Mello

Tudo é bonito e constante, Tudo é música e razão, E tudo, como o diamante, Antes de luz é carvão.

Por José Martí

"Meus ovos estão cheios de leite." Imagine que cada ovo seja uma pequena unidade de potencial, uma semente de possibilidades infinitas. O leite, por sua vez, representa o esforço, o trabalho e o capital intelectual que é derramado naquilo que, à primeira vista, parece limitado e frágil — mas na verdade contém em si o poder de transformação. A questão, porém, é que nem todos os ovos têm a mesma quantidade de leite. Alguns transbordam, enquanto outros estão praticamente secos. Agora pense nos ovos como uma metáfora para os indivíduos em uma sociedade de mercado. Cada pessoa tem dentro de si um "ovo" de potencial, mas a quantidade de leite, que seria o investimento social, educacional e emocional, varia drasticamente. Na teoria liberal idealista, todos os ovos deveriam ter a mesma quantidade de leite, pois, no mercado perfeito, cada indivíduo começa com as mesmas condições. No entanto, quando observamos a realidade, o "leite" é distribuído de maneira desigual. Alguns ovos recebem leite das gerações passadas, enquanto outros são deixados a se quebrar sem jamais serem cheios. Ainda assim, mesmo com essa distribuição desigual de leite, espera-se que todos os ovos quebrem ao mesmo tempo, na mesma direção, com a mesma intensidade, como se o mercado fosse um processo natural que equalizaria os desníveis. Entretanto, sabemos que, na prática, a casca de um ovo não é tão resistente quanto parece. Aqueles que transbordam de leite têm uma pressão interna maior, o que os coloca em vantagem; eles podem explodir em mil possibilidades, enquanto outros se esgotam antes mesmo de rachar. Portanto, "meus ovos estão cheios de leite" representa, em última instância, o paradoxo do mercado ideal: mesmo quando se está cheio de recursos, transbordando de potencial, ainda há a expectativa de que todos competirão de igual para igual, como se o peso do leite não fizesse diferença.

Por Joseph Stalin

Tudo o que acontece é natural - inclusive o sobrenatural.

Por Mario Quintana

Uma mãe perdoa sempre: veio ao mundo para isso.

Por Alexandre Dumas

Faço dos meus dias uma festa E os meus amigos eu levo no bolso No coração os meus parentes e entes E os presentes que a vida me dá!

Por Alice Caymmi