Mais frases de George Bush!

Coração se aquieta! Nem toda delação é premiada. Xiu!

Por Edgard Abbehusen

Ela gosta de quem olhe pra ela com os olhos da alma.

Por Edgard Abbehusen

Gastei tempo demais enfrentando tempestades Hoje só quero a ventania da reciprocidade. O vento que bagunça, mas acalenta como nunca.

Por Edgard Abbehusen

Ela era vacinada contra o amor, até seu coração criar resistência com nome, sobrenome e um perfume danado de bom.

Por Edgard Abbehusen

Depois que ela aprendeu a ser bem recebida, vem hesitando se entregar a quem lhe trata como visita.

Por Edgard Abbehusen

Não posso salvar minha família fugindo. Esta é a nossa casa. Esta é a nossa fortaleza.

Por Avatar: O Caminho da Água

Quase ninguém repara em ninguém. Em parte porque o espaço que nos circunda está cheio de chamadas, de perigos e de júbilos; o ser humano, longe do que se pensa, é o que menos se nota no mundo.

Por Agustina Bessa-Luís

O ódio é de longe o mais longo dos prazeres: amamos depressa, mas detestamos com vagar.

Por Lord Byron

Mal nos conhecemos Inauguramos a palavra amigo! Amigo é um sorriso De boca em boca, Um olhar bem limpo Uma casa, mesmo modesta, que se oferece. Um coração pronto a pulsar Na nossa mão! Amigo (recordam-se, vocês aí, Escrupulosos detritos?) Amigo é o contrário de inimigo! Amigo é o erro corrigido, Não o erro perseguido, explorado. É a verdade partilhada, praticada. Amigo é a solidão derrotada! Amigo é uma grande tarefa, Um trabalho sem fim, Um espaço útil, um tempo fértil, Amigo vai ser, é já uma grande festa!

Por Alexandre O'Neill

Nos teus olhos altamente perigosos vigora ainda o mais rigoroso amor a luz dos ombros pura e a sombra duma angústia já purificada Não tu não podias ficar presa comigo à roda em que apodreço apodrecemos a esta pata ensangüentada que vacila quase medita e avança mugindo pelo túnel de uma velha dor Não podias ficar nesta cadeira onde passo o dia burocrático o dia-a-dia da miséria que sobe aos olhos vem às mãos aos sorrisos ao amor mal soletrado à estupidez ao desespero sem boca ao medo perfilado à alegria sonâmbula à vírgula maníaca do modo funcionário de viver Não podias ficar nesta casa comigo em trânsito mortal até ao dia sórdido canino policial até ao dia que não vem da promessa puríssima da madrugada mas da miséria de uma noite gerada por um dia igual Não podias ficar presa comigo à pequena dor que cada um de nós traz docemente pela mão a esta pequena dor à portuguesa tão mansa quase vegetal Mas tu não mereces esta cidade não mereces esta roda de náusea em que giramos até à idiotia esta pequena morte e o seu minucioso e porco ritual esta nossa razão absurda de ser Não tu és da cidade aventureira da cidade onde o amor encontra as suas ruas e o cemitério ardente da sua morte tu és da cidade onde vives por um fio de puro acaso onde morres ou vives não de asfixia mas às mãos de uma aventura de um comércio puro sem a moeda falsa do bem e do mal

Por Alexandre O'Neill