Veja outros textos inspiradores!

⁠Assim como a água pode transbordar de um recipiente, o mesmo acontece com a loucura.

Por Alice in Borderland

A única saída agora é tentar ganhar tempo para buscar novas soluções. Qualquer coisa que não contribui para isso não importa mais.

Por Atila Iamarino

Deus fez o coito, o homem fez o amor.

Por Jules Goncourt

É preciso sofrer depois de ter sofrido, e amar, e mais amar, depois de ter amado.

Por Guimarães Rosa

OS 6 NÍVEIS DA CONSCIÊNCIA. 1. Persistência: Não mudo, não me transformo, luto por ser o que creio que sou. Me repito em hábitos hipnóticos. Me fecho em minhas crenças. 2. Mutação: Transformo-me. Cesso de definir-me. Minhas defesas se convertem em pontes. Abre-se minha percepção sem que eu saiba como. Acontece-me. 3. Transmutação: Transformo e melhoro meu mundo. Faço-me responsável pelo que me acontece. Graças a um trabalho contínuo, começo a ser consciente. 4. Adoração: Encontro a outros seres de meu nível. Formamos um grupo sempre mutante e criativo. O eu se torna nós. Felicidade. 5. Regresso: Tudo volta a ser o mesmo que em PERSISTÊNCIA, porém sem angústia. Agora o que era meu ego egoísta é um eu generoso. Paz. 6. Metamorfose: Uno-me ao espaço infinito, ao tempo eterno, ao divino. Enriqueço à humanidade. Estou a serviço do Todo. Plenitude.

Por Alejandro Jodorowsky

I Reis, 1RS, 6:31, Para a entrada do Santo dos Santos, fez uma porta dupla de madeira de oliveira; a verga com as ombreiras formavam uma porta pentagonal.

Por I Reis, Antigo Testamento

DA CHEGADA DO AMOR Sempre quis um amor que falasse que soubesse o que sentisse. Sempre quis uma amor que elaborasse Que quando dormisse ressonasse confiança no sopro do sono e trouxesse beijo no clarão da amanhecice. Sempre quis um amor que coubesse no que me disse. Sempre quis uma meninice entre menino e senhor uma cachorrice onde tanto pudesse a sem-vergonhice do macho quanto a sabedoria do sabedor. Sempre quis um amor cujo BOM DIA! morasse na eternidade de encadear os tempos: passado presente futuro coisa da mesma embocadura sabor da mesma golada. Sempre quis um amor de goleadas cuja rede complexa do pano de fundo dos seres não assustasse. Sempre quis um amor que não se incomodasse quando a poesia da cama me levasse. Sempre quis uma amor que não se chateasse diante das diferenças. Agora, diante da encomenda metade de mim rasga afoita o embrulho e a outra metade é o futuro de saber o segredo que enrola o laço, é observar o desenho do invólucro e compará-lo com a calma da alma o seu conteúdo. Contudo sempre quis um amor que me coubesse futuro e me alternasse em menina e adulto que ora eu fosse o fácil, o sério e ora um doce mistério que ora eu fosse medo-asneira e ora eu fosse brincadeira ultra-sonografia do furor, sempre quis um amor que sem tensa-corrida-de ocorresse. Sempre quis um amor que acontecesse sem esforço sem medo da inspiração por ele acabar. Sempre quis um amor de abafar, (não o caso) mas cuja demora de ocaso estivesse imensamente nas nossas mãos. Sem senãos. Sempre quis um amor com definição de quero sem o lero-lero da falsa sedução. Eu sempre disse não à constituição dos séculos que diz que o "garantido" amor é a sua negação. Sempre quis um amor que gozasse e que pouco antes de chegar a esse céu se anunciasse. Sempre quis um amor que vivesse a felicidade sem reclamar dela ou disso. Sempre quis um amor não omisso e que suas estórias me contasse. Ah, eu sempre quis uma amor que amasse. Poesia extraída do livro "Euteamo e suas estréias", Editora Record - Rio de Janeiro, 1999,

Por Elisa Lucinda

Daniel, DN, 9:12, Ele confirmou a sua palavra, que falou contra nós e contra os nossos juízes que nos julgavam, e fez vir sobre nós um grande mal. Nunca antes, debaixo do céu, havia acontecido algo como o que aconteceu com Jerusalém!

Por Daniel, Antigo Testamento

A informática e as telecomunicações serão para o século XXI o que as rodovias foram para o século XX.

Por Bill Clinton

A sensualidade ultrapassa muitas vezes o crescimento do amor, de forma que a raiz permanece fraca e arranca-se facilmente.

Por Friedrich Nietzsche