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Jó, JÓ, 37:19, Ensine-nos o que devemos dizer a ele, porque nós, envoltos em trevas, não podemos expor a nossa causa diante dele.
Por Jó, Antigo TestamentoLucas, LC, 19:23, <J>Por que você não pôs o meu dinheiro no banco? E, então, na minha vinda, eu o receberia com juros.`</J>
Por Lucas, Novo TestamentoJuízes, JZ, 1:29, A tribo de Efraim não expulsou os cananeus, moradores de Gezer. Assim, continuaram a viver com eles em Gezer.
Por Juízes, Antigo TestamentoLa femme de trente ans Amarás o meu nariz brilhante as minhas estrias os meus pontos pretos os meus textos os meus achaques e as minhas manias e as minhas gatas de solteirona ou não me amarás
Por Adília LopesUm homem sábio toma suas próprias decisões, um homem ignorante segue a opinião pública.
Por Provérbio ChinêsSalmos, SL, 119:168, Tenho observado os teus preceitos e os teus testemunhos, pois na tua presença estão todos os meus caminhos. Tau
Por Salmos, Antigo TestamentoMulher e Seda Há algo em cada mulher que se tateia como se tocássemos seda. Não me refiro ao que há de frívolo ou comum na expressão "como seda", mas a algo mais radical que se tateia porque não se sabe e fascina; que é seda porque especiaria, porque de procedência outra e mistério. Há algo em cada mulher; ou melhor, na atmosfera que envolve cada mulher, que transforma as coisas e as faz mais interessantes. Em torno de cada mulher há um silêncio; levíssima ausência que sentimos na espinha. A atmosfera em torno de cada mulher recolhe todas as palavras e, algumas vezes, nos leva também o ar. Diante de certas mulheres, há paisagens inteiras. Há mulheres líquidas que olham como se derramassem o oceano sobre nós e, outras, diante das quais pressentimos intimidade sombria com rumor de águas fundas. Há mulheres de doçura múltipla e de uma urgência que alimenta e outras que, quando se as vê, prenuncia-se tormenta. Há mulheres febris e mulheres simétricas. As que emergiram de uma tela e as que saíram de uma fruta. Há ,mulheres que flutuam, que deslocam-se como um conceito. Algumas ventam e tanto que nos sopram num canto; outras são de lua e nos beijam na rua. E há aquelas que perdemos; as que não veremos nunca mais. Mulheres que nos invadem ainda; às vezes, como punhais. Há algo em cada mulher que se tateia como se tocássemos seda. No sentido também de como deve ser sensível o nosso toque. Que ele não fira. Que não tergiverse e não desvie. Que seja simples e inteiro sempre. Que, sobretudo, nosso toque seja tão somente um jeito de realçar o que faz da seda feminina. O que nos encanta, além da palavra, o que desconcerta, neste ser que ilumina.
Por Carlos Adriano