Mais frases de Joshua J. Marine!

⁠A euforia era tangível: eu podia sentir o gosto no ar, a doçura cobrindo minha boca e indo direto para minha cabeça como champanhe.

Por Erin A. Craig

⁠Quando certos tipos de pessoas ficam desesperadas o suficiente, elas estão dispostas a fazer qualquer coisa.

Por Erin A. Craig

⁠Toda a minha vida foi o luar e as estrelas. Eu posso sentir o cheiro da luz do sol correndo em suas veias, do outro lado da sala.

Por Erin A. Craig

Difícil entender, o homem já foi até a lua, mas a compaixão do mesmo não atravessa nem a rua.

Por Fabio Brazza

''Eu vejo um mundo aonde a gente tloque o R pelo L E ao invés de fazer as coisas com ARMA faremos com ALMA.''

Por Fabio Brazza

⁠Ainda assim tem um pedaço meu que eu calo Quer saber quem sou? Escute aquilo que eu não falo O segredo do poema não está só nas palavras que intercalo Repare no silencio de cada intervalo

Por Fabio Brazza

Há metafísica bastante em não pensar em nada. O que penso eu do mundo? Sei lá o que penso do mundo! Se eu adoecesse pensaria nisso. Que idéia tenho eu das cousas? Que opinião tenho sobre as causas e os efeitos? Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma E sobre a criação do Mundo? Não sei. Para mim pensar nisso é fechar os olhos E não pensar. É correr as cortinas Da minha janela (mas ela não tem cortinas). O mistério das cousas? Sei lá o que é mistério! O único mistério é haver quem pense no mistério. Quem está ao sol e fecha os olhos, Começa a não saber o que é o sol E a pensar muitas cousas cheias de calor. Mas abre os olhos e vê o sol, E já não pode pensar em nada, Porque a luz do sol vale mais que os pensamentos De todos os filósofos e de todos os poetas. A luz do sol não sabe o que faz E por isso não erra e é comum e boa. Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores? A de serem verdes e copadas e de terem ramos E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar, A nós, que não sabemos dar por elas. Mas que melhor metafísica que a delas, Que é a de não saber para que vivem Nem saber que o não sabem? "Constituição íntima das cousas"... "Sentido íntimo do Universo"... Tudo isto é falso, tudo isto não quer dizer nada. É incrível que se possa pensar em cousas dessas. É como pensar em razões e fins Quando o começo da manhã está raiando, e pelos lados das árvores Um vago ouro lustroso vai perdendo a escuridão. Pensar no sentido íntimo das cousas É acrescentado, como pensar na saúde Ou levar um copo à água das fontes. O único sentido íntimo das cousas É elas não terem sentido íntimo nenhum. Não acredito em Deus porque nunca o vi. Se ele quisesse que eu acreditasse nele, Sem dúvida que viria falar comigo E entraria pela minha porta dentro Dizendo-me, Aqui estou! (Isto é talvez ridículo aos ouvidos De quem, por não saber o que é olhar para as cousas, Não compreende quem fala delas Com o modo de falar que reparar para elas ensina.) Mas se Deus é as flores e as árvores E os montes e sol e o luar, Então acredito nele, Então acredito nele a toda a hora, E a minha vida é toda uma oração e uma missa, E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos. Mas se Deus é as árvores e as flores E os montes e o luar e o sol, Para que lhe chamo eu Deus? Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar; Porque, se ele se fez, para eu o ver, Sol e luar e flores e árvores e montes, Se ele me aparece como sendo árvores e montes E luar e sol e flores, É que ele quer que eu o conheça Como árvores e montes e flores e luar e sol. E por isso eu obedeço-lhe, (Que mais sei eu de Deus que Deus de si próprio?). Obedeço-lhe a viver, espontaneamente, Como quem abre os olhos e vê, E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes, E amo-o sem pensar nele, E penso-o vendo e ouvindo, E ando com ele a toda a hora. (Fernando Pessoa)

Por Alberto Caeiro

como eu não tinha mais minhas asas usava umas falsas cobertas de glitter dourado.

Por Amanda Lovelace

Um militar dificilmente se pode orgulhar de ter atingido um inimigo adormecido; é simplesmente uma questão de vergonha para o atingido. Preferia ouvir a sua avaliação após ver a reação do inimigo, pois é certo que, irado e indignado, ele em breve lançará um contra-ataque determinado.

Por Isoroku Yamamoto

⁠Essas coisas que costumávamos fazer Uma história que fala de tempos vividos, Onde tudo está incluído sob o mesmo signo, a amizade. E eles eram luas para desfrutar, Sem pensar no amanhã que virá Sem se preocupar que um dia a magia iria acabar. O tempo passa, e vês que aqueles amigos Que eram tudo que você precisava para trilhar o caminho. Acima de tudo, sempre amizade. A família poderia esperar. Até que um dia deixei minha vida mais sozinha do que qualquer coisa. Rebobinei a minha vida à procura do seu cheiro Li as cartas que estavam na gaveta Como a vida mudou! Meu pai estava certo! Para onde foram as coisas que costumávamos fazer? Não é tarde demais para apanhar o comboio. Eu sei que vales a pena Eu não quero te perder. Lembras-te, há alguns anos, de quantas risadas demos? E o amanhã parecia ótimo para nós? O meu pai dizia-me sempre: “Pensa, filho, que um dia a dura realidade virá” E preso dentro dum pesadelo, num silêncio mortal Numa noite a profecia foi cumprida. Você começa a perceber que nada será igual Acordas e teu rosto dá-te pistas Da noite que passaste ontem Sentes que o buraco está mais perto do que longe Agora é hora de voltar Vês o teu rosto no espelho E sentes que está muito mal E começas a pensar a forma de recuperar O que deixaste para trás Uma manhã estava perdido na cidade Procurei o teu rosto, não sei onde está Talvez tenha desaparecido, não consegui encontrar E agora descubro que quase não tenho mais nada Sua memória, sua alegria em voz alta Seu jeito de pensar, não vou esquecer

Por Letra de música adaptado: Aquellas cosas que solíamos hacer de Benito Kamelas