Mais frases de Dave Wilbur!

O que fazemos para nós, morre conosco. O que fazemos pelos outros e pelo mundo, continua e é imortal. (Albert Pine)

Por Criminal Minds

Sem autenticidade, sem educação, sem liberdade no seu significado mais amplo - na relação consigo mesmo, com as próprias ideias pré-concebidas, até mesmo com o próprio povo e com a própria história - não se pode imaginar um artista verdadeiro; sem este ar não é possível respirar.

Por Ivan Turgueniev

Decepção à Regra Sentar-me e ver os outros passar é o meu exercício favorito. Entretém. Não esgota. É gratuito. Neste meu jogo-do-não são os outros que passam (é aos outros que reservo a tarefa de passar). Lavo daí os pés. Escrevo de dentro da vida. Pode até parecer que assim não chego a lugar algum mas também quem é que quer ir ao sítio dos outros?

Por João Luís Barreto Guimarães

há nelas a incerteza de não saberem se são incompletamente infelizes.

Por João Luís Barreto Guimarães

Acto de Contrição Pela luz rara da garagem dois vultos vão pôr o lixo. São velhos desconhecidos. Um ao outro dão passagem (a máscara de um cumprimento) esquivos na escatológica arqueologia das misérias. Homens de lixo na mão: exímios a ocultar versos da vida doméstica (quando o gesto liso cabe ao avental abundante que os devolve a casa). Há em todo esse agravo uma redenção ferida (um juízo resolvido) como que um indulto lento.

Por João Luís Barreto Guimarães

Nunca tanto como hoje reparei com atenção na luz do sol de Janeiro. Forte mas delicada. Furtiva mas demorada. Não arde nem faz tremer. Não é densa nem clara. A luz do sol em Janeiro: assim é o nosso amor oculto pela tinta dos dias apenas espreita uma aberta (uma distracção das nuvens) para luzir e irromper (nunca antes como hoje precisei) tanto que o vento lhe desse oportunidade). O nosso amor é Janeiro: mesmo se o julgo esquecido sei que está sempre lá.

Por João Luís Barreto Guimarães

São os seus defeitos que fazem de você uma pessoa única.

Por A Bela e a Fera

O pressuposto de que todo um sistema pode ser levado a funcionar melhor através da abordagem de seus elementos conscientes revela uma perigosa ignorância. Essa tem sido frequentemente a abordagem ignorante daqueles que chamam a si mesmos de cientistas e tecnólogos.

Por Frank Herbert

Grave isso na memória, rapaz: um mundo é sustentado por quatro coisas (...): o conhecimento dos sábios, a justiça dos poderosos, a prece dos justos e a coragem dos bravos. Mas tudo isso de nada vale (...) sem um governante que conheça a arte de governar. Faça disso a ciência de sua tradição!

Por Frank Herbert

Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.

Por Sarah Westphal