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Vanessa, você é o meu sonho realizado A minha companheira de aventuras Você me completa em todos os sentidos E eu só quero agradecer Por você existir na minha vida Boa noite, amorzinha Que você durma com os anjos E que eu seja o seu anjo da guarda Eu estou sempre pensando em você E te enviando boas energias E te desejando toda a felicidade Você é a minha paixão O meu fogo A minha inspiração Você é tudo o que eu preciso E eu sempre vou te proteger Você é a minha eterna confidente
E estava.... Estar presente depende daquilo que sentimos.
"Buscar novidade em tudo, menos em si mesmo, é o seu erro rotineiro". (Em "Uma vida vitoriosa" - Ensaio - 2002)
"Impor um novo sistema de comportamento a si mesmo, ajuda-o a se livrar da constante confusão mental que você experimenta quando perde a direção". (Em "Uma vida vitoriosa" - Ensaios - 2002)
"Romancear é o meu sacerdócio, a minha adicção ativa. Tudo mais é sacrifício". (Em sua página oficial no Facebook)
"Ser homem é o mínimo que se deve ser e o máximo que se pode ser. Muitos jamais conseguem ser o mínimo por não se dedicarem em sê-lo ao máximo". (Em sua página oficial no Facebook)
"É por meio da insegurança, trazida por incertezas, que a sabedoria acontece, mas para isso há um encargo: a prática da serenidade. A serenidade é aquela coisa que abala rígidas estruturas quando praticada diariamente". (Em sua página oficial no Facebook)
Impor um novo sistema de comportamento a si mesmo ajuda-o a escapar da constante confusão mental que você experimenta quando perde a direção. (Em "Uma vida vitoriosa" - Polieditora 2002, Goiânia, Goiás)
Por que não somos felizes? A resposta é simples, mas a solução é complexa. Não somos felizes porque não somos livres. Livres, no sentido integral da palavra 'liberdade'. Tudo o que somos nos foi imposto: o lugar onde nascemos, os nossos pais, o nosso nome, a nossa religião, a nossa cultura, os nossos ideais, as nossas crenças e até os nossos entretenimentos, como o time de futebol que vamos torcer quando crescer. Decidem por nós pelo que devemos chorar, pelo que devemos sorrir (e como sorrir). Incutem em nós que a felicidade está no que se pode conquistar materialmente e ai daqueles que por 'rebeldia' não se encaixam nos moldes desta idiotia. Ora, eu seria feliz se pudesse ir trabalhar de pijama e chinelos. Por que não? Somos, sim, desde crianças autômatos controlados por outrem e, assim, somos servos voluntários de um consumismo cada vez mais capitalista e jamais, jamais dialético. Quando o homem se fez gente, infincou bandeiras e ergueu muros, como se tivesse o direito de fazê-lo por si só numa terra que naturalmente não lhe pertencia. Assim nasceram as fronteiras, as novas línguas, novas culturas e metodologias de existir... No entanto, todos os esses 'novos' mundos foram consolidados, e ainda são, sobre um sistema regido pela vaidade, pela sofisma, pela ganância, pelo bem supremo de uma minoria em detrimento de uma maioria: os trabalhadores, os que produzem toda a riqueza da Terra. Como ser feliz em um mundo de injustiças sociais? Marx responde que é impossível. Como sermos plenamente felizes se não temos liberdade para coisa alguma? Se há muros cheios de placas de advertências indicando que não temos o direito de estar ali. Ora, por que não? Quem deu a esses seres o direito maior de serem donos de um patrimônio naturalmente pertencente a todos? A Terra, camaradas, é nossa. E pessoa alguma, repito, pessoa alguma, tem dela o monopólio legal. A Leis que regulamentam o contrário, por quem foram instituídas? Os livros sagrados que regem que todas as autoridades devem ser obedecidas e que se deve dar a César o que é de César, pensem, por quem e por que isso foi escrito? Ora, não somos felizes e jamais seremos até que tenhamos a consciência de que nossa liberdade integral também é nosso direito e que por isso vamos exercê-la. Livres para viver onde se bem quiser, livres para ter fé no que quiser, livres para amar quem se quiser, livres para ser quem realmente se é... Todos livres, libertos de todo tipo opressão: moral, social, psicológica, econômica, política, étnica, de gênero, de sexualidade. Enfim, livres. Seremos felizes num mundo onde amos não existem, onde as leis são feitas para a equidade universal e os infratores são julgados por conselhos populares e não por juízes corruptíveis. Para que isso aconteça, só mesmo uma revolução socialista. Impossível, você pode pensar. Sim, a revolução é impossível, dizia Trotsky, até que se torne inevitável. E o que mais precisamos sofrer para que todos nós, a maioria, enxergarmos que já tornou-se inevitável?
Confiar não é ter o conhecimento de tudo que o outro faz. É não precisar tê-lo exatamente por confiar. Quem de verdade ama não subjuga, não impõe presença, não reclama ausência, não prende - antes -incentiva e contempla o voo do ser amado.