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As criaturas vulgares não nos impressionam a imaginação. Ficam limitadas ao seu século. Nenhum encanto as pode transfigurar: Conhecemo-lhes o espírito como os chapéus. Elas passeiam no parque de manhã e tomam chá, tagarelando à tarde. Têm sorrisos esteriotipados e boas maneiras. São transparentes. Mas uma atriz! Como é diferente uma atriz... Por que não me diz que só vale a pena amar uma atriz?
Por Oscar WildeDifícil é se levantar depois de tanto se frustrar, mas Deus vai preparar uma festa pra você cantar
Por Kellen Byanca“Eu não vou me chamar de punk, porque punks não vão para a MTV. Mas normalmente eu iria dizer que eu era uma punkzinha bagunçando por ai, me metendo em encrencas. Mas eu não posso dizer isso, porque não sou punk.” (Revista Rolling Stone, 31/10/02)
Por Avril LavigneJeremias, JR, 32:3, Pois Zedequias, rei de Judá, o havia encerrado, dizendo: - Como você ousa profetizar que o Senhor Deus disse que entregará esta cidade nas mãos do rei da Babilônia, e que este a conquistará?
Por Jeremias, Antigo TestamentoGrande parte de nossa inquietação é resultado de uma vida que não desejamos, apenas porque aceitamos, sem pensar, uma narrativa interna daquilo que é “normal” e “ideal”.
Por Brianna WiestJó, JÓ, 35:5, Olhe para o céu e veja; contemple as altas nuvens acima de você.`
Por Jó, Antigo TestamentoI Crônicas, 1CR, 26:32, Seus irmãos, homens valentes, dois mil e setecentos, chefes das famílias; e o rei Davi os constituiu sobre os rubenitas, os gaditas e a meia tribo dos manassitas, para todos os negócios de Deus e para todos os negócios do rei.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoA humanidade só saiu da barbárie mental primitiva quando se evadiu do caos das suas velhas lendas e não temeu mais o poder dos taumaturgos, dos oráculos e dos feiticeiros. Os ocultistas de todos os séculos não descobriram nenhuma verdade ignorada, ao passo que os métodos científicos fizeram surgir do nada um mundo de maravilhas. Abandonemos às imaginações mórbidas essa legião de larvas, de espíritos, de fantasmas e de filhos da noite – e que, no futuro, uma luz suficiente os dissipe para sempre.
Por Gustave Le Bon