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O azul repousa sob o rosa e na fuga dos dias os surdos emitem sinais aos cegos que ruborizam sem sombra de dúvida: “Amor, o mundo De repente, muda de cor”
Alguém moveu as pedras do jardim você não vê? gosto de rir por dento de você enquanto as sombras passeiam pela casa de manhã coamos um café “tão bom” o que você diz sempre faz rodar de novo a colherinha
é tão perigoso falar do que desata? dizer a própria morte traz de volta espécies de receio de contágio ao tentar escrevê-la compactuo com ela? convoco-a?