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Ai de quem ama Quanta tristeza Há nesta vida Só incerteza Só despedida Amar é triste O que é que existe? O amor Ama, canta Sofre tanta Tanta saudade Do seu carinho Quanta saudade Amar sozinho Ai de quem ama Vive dizendo Adeus, adeus

Por Vinicius de Moraes

O público é uma besta feroz. Deve-se enjaulá-lo ou fugir dele.

Por Voltaire

⁠Uma amizade que não exija luta pode enfraquecer ao ponto de se esvair.

Por Mario Sergio Cortella

Provérbios, PV, 10:15, Os bens do rico são a sua fortaleza; o que leva os pobres à ruína é a sua pobreza.

Por Provérbios, Antigo Testamento

Atos, AT, 2:22, - Israelitas, escutem o que vou dizer: Jesus, o Nazareno, homem aprovado por Deus diante de vocês com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou entre vocês por meio dele, como vocês mesmos sabem,

Por Atos, Novo Testamento

Onde as palavras acabam, a música começa.

Por Heinrich Heine

II Samuel, 2SM, 20:5, Amasa saiu para convocar os homens de Judá, mas demorou-se além do tempo que lhe havia sido dado.

Por II Samuel, Antigo Testamento

O Contrário do Amor O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença. O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro. Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor. Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bungee-jumping, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada. Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.

Por Martha Medeiros

Longa Noite No espelho da vida revi mil rostos, velhos, cansados, perdidos em passados distantes. Em meu espanto, percebi também quem fui, pois na luz que refletia finalmente eu vi o tempo que passara. rápido, implacável, irônico. pedaços de mim formavam outras fisionomias que não eram mais como um dia foram. E, em minha mente lutei por descobrir vestígios de outrora. em vão!

Por Victor Motta

Isaías, IS, 13:19, Babilônia, a joia dos reinos, glória e orgulho dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as destruiu.

Por Isaías, Antigo Testamento