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Deuteronômio, DT, 9:27, Lembra-te dos teus servos Abraão, Isaque e Jacó. Não atentes para a dureza deste povo, nem para a sua maldade, nem para o seu pecado,
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoGênesis, GN, 23:9, para que ele me ceda a caverna de Macpela, que pertence a ele e que fica no extremo do seu campo. Que ele a entregue a mim pelo devido preço, para que eu tenha uma sepultura entre vocês.
Por Gênesis, Antigo TestamentoEzequiel, EZ, 6:9, Aqueles que escaparem se lembrarão de mim entre as nações para onde foram levados em cativeiro. Lembrarão como eu sofri por causa do seu coração infiel, que se afastou de mim, e por causa dos seus olhos, que se prostituíram com os seus ídolos. Eles terão nojo de si mesmos, por causa das maldades que fizeram em todas as suas abominações.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoSalmos, SL, 98:6, com trombetas e ao som de buzinas, exultem diante do Senhor, que é rei.
Por Salmos, Antigo TestamentoSe eu tivesse um mundo só meu, tudo seria bobagem. Nada seria o que é, porque tudo seria o que não é. E, ao contrário, o que é, não seria. E o que não seria, seria. Entende?
Por Chapeleiro MalucoSeus Olhos Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros, De vivo luzir, Estrelas incertas, que as águas dormentes Do mar vão ferir; Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros, Têm meiga expressão, Mais doce que a brisa, — mais doce que o nauta De noite cantando, — mais doce que a frauta Quebrando a solidão, Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros, De vivo luzir, São meigos infantes, gentis, engraçados Brincando a sorrir. São meigos infantes, brincando, saltando Em jogo infantil, Inquietos, travessos; — causando tormento, Com beijos nos pagam a dor de um momento, Com modo gentil. Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros, Assim é que são; Às vezes luzindo, serenos, tranquilos, Às vezes vulcão! Às vezes, oh! sim, derramam tão fraco, Tão frouxo brilhar, Que a mim me parece que o ar lhes falece, E os olhos tão meigos, que o pranto humedece Me fazem chorar. Assim lindo infante, que dorme tranquilo, Desperta a chorar; E mudo e sisudo, cismando mil coisas, Não pensa — a pensar. Nas almas tão puras da virgem, do infante, Às vezes do céu Cai doce harmonia duma Harpa celeste, Um vago desejo; e a mente se veste De pranto co'um véu. Quer sejam saudades, quer sejam desejos Da pátria melhor; Eu amo seus olhos que choram em causa Um pranto sem dor. Eu amo seus olhos tão negros, tão puros, De vivo fulgor; Seus olhos que exprimem tão doce harmonia, Que falam de amores com tanta poesia, Com tanto pudor. Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros, Assim é que são; Eu amo esses olhos que falam de amores Com tanta paixão.
Por Gonçalves DiasHá poucos homens capazes de prestar homenagem ao sucesso de um amigo, sem qualquer inveja.
Por Ésquilo