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Mais vale o erro em que se crê do que a realidade em que não se crê; pois não é o erro, e sim a mentira, o que mata a alma.

Por Miguel Unamuno

⁠Para aprender você precisa de certo nível de confiança, nem muita, nem pouca. Se tivermos pouca confiança diremos que não conseguimos aprender. Se tivermos muita confiança diremos que não precisamos aprender.

Por Eric Hoffer

Never Say Never

Por Justin Bieber

Se eu luto contra o machismo, mas ignoro o racismo, eu estou alimentando a mesma estrutura.

Por Djamila Ribeiro

“Os pessimistas são meros expectadores, os otimistas são aqueles que transformam este mundo.”

Por François Guizot

Não imponha limitações desnecessárias ao que você quer para si. Pense grande, mais do que tem permitido a si mesmo até este ponto.

Por Hal Elrod

A única atitude intelectual digna de uma criatura superior é a de uma calma e fria compaixão por tudo quanto não é ele próprio. Não que essa atitude tenha o mínimo cunho de justa e verdadeira; mas é tão invejável que é preciso tê-la.

Por Fernando Pessoa

I Reis, 1RS, 8:17, - Também Davi, meu pai, havia proposto em seu coração edificar um templo ao nome do Senhor, o Deus de Israel.

Por I Reis, Antigo Testamento

ANIQUILAMENTO Meu coração esbanjou vaga-lumes se acendeu e apagou de verde em verde fui contando Com minhas mãos plasmo o solo difuso de grilos modulo-me com igual submisso coração Bem-me-quer mal-me-quer esmaltei-me de margaridas enraizei-me na terra apodrecida cresci como um cardo sobre o caule torto colhi-me no tufo do espinhal Hoje como o Isonzo de asfalto azul me fixo ANNIENTAMENTO Il cuore ha prodigato le lucciole s'è acceso e spento di verde in verde ho compitato Colle mie mani plasmo il suolo diffuso di grilli mi modulo di somesso uguale cuore M'ama non m'ama mi sono smaltato di margherite mi sono radicato nella terra marcita sono cresciutto come un crespo sullo stelo torto mi sono colto nel tuffo di spinalba Oggi come l'Isonzo di asfalto azzurro mi fisso

Por Giuseppe Ungaretti

Meus sonhos andam magros, esqueléticos, esquizofrênicos Ando entre a loucura e a lucidez as vezes me perco num labirinto de buscas e em meus encontros desastrados sofro, viro mesa esvazio copos, viajo na insonia E na magreza dos meus sonhos não consigo mais me lembrar do teu amor, que me alimentava foram se as lembranças que por tantos anos engordaram meus pensamentos Sinto falta, mas os nossos castelos são de areia e quando vem a maré eles se desmancham e não tem jeito de reconstruirmos Antonia Diniz

Por Antonia Diniz