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As pessoas se interessarão por você se você se interessar pelo que as faz se interessarem.

Por Frank Romer

Êxodo, EX, 30:34, O Senhor disse a Moisés: - Pegue a mesma quantidade de substâncias aromáticas, estoraque, ônica, gálbano e incenso puro,

Por Êxodo, Antigo Testamento

Salmos, SL, 66:14, que os meus lábios fizeram, e que, no dia da angústia, a minha boca prometeu.

Por Salmos, Antigo Testamento

Melhor do que ter tres problemas e cair no primeiro,é ter milhões de problemas e ter DEUS pra nos segurar

Por Junior Loureiro

⁠Poetizar a vida é ter a coragem de sair das próprias couraças para ter um encontro consigo através das palavras que não poderiam ser ditas.

Por Soraya Rodrigues de Aragao

Jó, JÓ, 9:20, Ainda que eu seja justo, a minha boca me condenará; embora eu seja íntegro, ela me declarará culpado.

Por Jó, Antigo Testamento

Os verdadeiros amigos são os solitários juntos.

Por Abel Bonnard

Abat-Jour A lâmpada acesa (Outrem a acendeu) Baixa uma beleza Sobre o chão que é meu. No quarto deserto Salvo o meu sonhar, Faz no chão incerto Um círculo a ondear. E entre a sombra e a luz Que oscila no chão Meu sonho conduz Minha inatenção. Bem sei... Era dia E longe de aqui... Quanto me sorria O que nunca vi! E no quarto silente Com a luz a ondear Deixei vagamente Até de sonhar...

Por Fernando Pessoa

Porque sem você eu sou apenas eu, Mas com você meus sonhos ainda não morreu, Vou te esperar, por toda a minha vida; Mesmo que a dor se torne infinita, Talvez um dia eu possa te esquecer, E nesse dia eu deixe de viver, É que eu te amo e vou respeitar; Esse seu jeito de me abandonar, Mas uma coisa eu quero te dizer, 'Vai ser o fim para mim te esquecer'; Seu nome, não vou mais pronunciar, E em você nem quero mais pensar. Meu coração por ti se quebrantou, Minhas ideias não concretizou, Você provou não ser quem eu pensei, E assim eu penso 'tudo bem'. Como eu pude me deixar levar, Por belas palavras e um doce olhar, Sei que errei quando me apaixonei, E minha sentença eu mesma assinei. E agora, ainda pra finalizar, Me pego triste e prestes a chorar. O sentimento por você multiplicou, E a minha vida toda bagunçou. E agora sou obrigada a esquecer, Momentos únicos, com você. Não sei em que ponto eu pude imaginar, Que nossa historia poderia se realizar, Temos ciência do perigo, Então... Se afastar foi a melhor opção, Mas ainda sonho em te abraçar, E nos seus braços me refugiar. Porque o tempo longe de você, Nunca me fez, de vez, te esquecer, Pelo contrario isso só ajudou, A aumentar a minha preocupação, Em algum lugar eu sei que você está bem, E desejo isso para mim também, Mas por enquanto o meu coração, Precisa passar por uma reconstrução. Desejaria poder te esquecer, E não lembrar como te encontrei, Colocaria tudo em seu lugar, E você eu iria até ignorar. Mas uma vez, não sei o que fazer, Vou prometer apenas te esquecer, Não vai ser fácil de deixar passar Por sua casa e não te imaginar. Mas é assim que vai finalizar, E suas lembranças, de pouco a pouco, Eu vou apagar.

Por Grazy Amstalden

A Realidade da Vida e a Realidade do Mundo. A nossa crença na realidade da vida e na realidade do mundo não são, com efeito, a mesma coisa. A segunda provém basicamente da permanência e da durabilidade do mundo, bem superiores às da vida mortal. Se o homem soubesse que o mundo acabaria quando ele morresse, ou logo depois, esse mundo perderia toda a sua realidade, como a perdeu para os antigos cristãos, na medida em que estes estavam convencidos de que as suas expectativas escatológicas seriam imediatamente realizadas. A confiança na realidade da vida, pelo contrário, depende quase exclusivamente da intensidade com que a vida é experimentada, do impacte com que ela se faz sentir. Esta intensidade é tão grande e a sua força é tão elementar que, onde quer que prevaleça, na alegria ou na dor, oblitera qualquer outra realidade mundana. Já se observou muitas vezes que aquilo que a vida dos ricos perde em vitalidade, em intimidade com as «boas coisas» da natureza, ganha em refinamento, em sensibilidade às coisas belas do mundo. O facto é que a capacidade humana de vida no mundo implica sempre uma capacidade de transcender e alienar-se dos processos da própria vida, enquanto a vitalidade e o vigor só podem ser conservados na medida em que os homens se disponham a arcar com o ônus, as fadigas e as penas da vida. Hannah Arendt, in 'A Condição Humana

Por Hannah Arendt