Mais frases de Bertram Carr!

A mulher é como a tua sombra: se corres atrás dela, ela correrá à tua frente, se corres à frente dela, ela vem atrás de ti.

Por Alfred de Musset

Obadias, OB, 1:4, Ainda que você suba como a águia e faça o seu ninho entre as estrelas, de lá eu o derrubarei`, diz o Senhor.

Por Obadias, Antigo Testamento

Obadias, OB, 1:6, Como foram saqueados os bens de Esaú! Como foram vasculhados os seus tesouros escondidos!

Por Obadias, Antigo Testamento

Obadias, OB, 1:7, Todos os seus aliados, ó Edom, o empurraram para fora do seu território. Aqueles que estavam em paz com você o enganaram e prevaleceram contra você. Aqueles que sentam à sua mesa prepararam uma armadilha para os seus pés. E não há em Edom entendimento.`

Por Obadias, Antigo Testamento

Obadias, OB, 1:20, Os cativos do exército dos filhos de Israel tomarão posse do território dos cananeus até Sarepta, e os cativos de Jerusalém, que estão em Sefarade, tomarão posse das cidades do Sul.

Por Obadias, Antigo Testamento

Quero apenas cinco coisas... Primeiro é o amor sem fim A segunda é ver o outono A terceira é o grave inverno Em quarto lugar o verão A quinta coisa são teus olhos Não quero dormir sem teus olhos. Não quero ser... sem que me olhes. Abro mão da primavera para que continues me olhando.

Por Pablo Neruda

A poesia tem comunicação secreta com os sofrimentos do homem.

Por Pablo Neruda

Já não se encantarão os meus olhos nos teus olhos, já não se adoçará junto a ti a minha dor. Mas para onde vá levarei o teu olhar e para onde caminhes levarás a minha dor. Fui teu, foste minha. O que mais? Juntos fizemos uma curva na rota por onde o amor passou. Fui teu, foste minha. Tu serás daquele que te ame, daquele que corte na tua chácara o que semeei eu. Vou-me embora. Estou triste: mas sempre estou triste. Venho dos teus braços. Não sei para onde vou. ...Do teu coração me diz adeus uma criança. E eu lhe digo adeus.

Por Pablo Neruda

É tão difícil as pessoas razoáveis se tornarem poetas, quanto os poetas se tornarem razoáveis.

Por Pablo Neruda

A Dança/ Soneto XVII Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio ou flecha de cravos que propagam o fogo: amo-te como se amam certas coisas obscuras, secretamente, entre a sombra e a alma. Te amo como a planta que não floresce e leva dentro de si, oculta a luz daquelas flores, e graças a teu amor vive escuro em meu corpo o apertado aroma que ascendeu da terra. Te amo sem saber como, nem quando, nem onde, te amo diretamente sem problemas nem orgulho: assim te amo porque não sei amar de outra maneira, senão assim deste modo em que não sou nem és tão perto que tua mão sobre meu peito é minha tão perto que se fecham teus olhos com meu sonho.

Por Pablo Neruda