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Deuteronômio, DT, 9:10, O Senhor me deu as duas tábuas de pedra, escritas com o dedo de Deus. Nelas estavam todas as palavras que o Senhor havia falado com vocês no monte, do meio do fogo, quando todo o povo estava reunido.

Por Deuteronômio, Antigo Testamento

Não é mais fácil encontrar quem chora com as nossas tristezas do que quem se rejubile com as nossas alegrias.

Por Jacinto Benavente y Martinez

Quando o dedo aponta o céu, o idiota olha para o dedo.

Por Amélie Poulain

A liberdade é o maior fruto da autossuficiência.

Por Epicuro

Não seria feliz sem a arte em minha vida a música, os livros, os quadros nas paredes, as artes de ruas, as interpretações de textos no teatro, a dança, a forma como ela conduz vidas são luz divina e extraordinariamente incrível viajarei eternamente nesse mundo encantado. Como dizia Friedrich Nietzsche: Temos a arte para não morrer da verdade.

Por Antonia Diniz

Se eu preciso que os outros digam que sou o melhor, minha autoestima está baixa.

Por Roberto Shinyashiki

Números, NM, 6:2, - Fale aos filhos de Israel e diga-lhes: Quando alguém, seja homem seja mulher, fizer voto especial, o voto de nazireu, a fim de consagrar-se ao Senhor,

Por Números, Antigo Testamento

Jó, JÓ, 29:23, Esperavam-me como se espera a chuva, abriam a boca como para absorver a chuva fora de época.

Por Jó, Antigo Testamento

Temo a tua natureza; ela está demasiado cheia do leite da ternura humana para que seja capaz de seguir o caminho mais curto.

Por William Shakespeare

ESTE É O PRÓLOGO Deixaria neste livro toda a minha alma. este livro que viu as paisagens comigo e viveu horas santas. Que pena dos livros que nos enchem as mãos de rosas e de estrelas e lentamente passam! Que tristeza tão funda é olhar os retábulos de dores e de penas que um coração levanta! Ver passar os espectros de vida que se apagam, ver o homem desnudo em Pégaso sem asas, ver a vida e a morte, a síntese do mundo, que em espaços profundos se olham e se abraçam. Um livro de poesias é o outono morto: os versos são as folhas negras em terras brancas, e a voz que os lê é o sopro do vento que lhes incute nos peitos - entranháveis distâncias. O poeta é uma árvore com frutos de tristeza e com folhas murchas de chorar o que ama. O poeta é o médium da Natureza que explica sua grandeza por meio de palavras. O poeta compreende todo o incompreensível e as coisas que se odeiam, ele, amigas as chamas. Sabe que as veredas são todas impossíveis, e por isso de noite vai por elas com calma. Nos livros de versos, entre rosas de sangue, vão passando as tristes e eternas caravanas que fizeram ao poeta quando chora nas tardes, rodeado e cingido por seus próprios fantasmas. Poesia é amargura, mel celeste que emana de um favo invisível que as almas fabricam. Poesia é o impossível feito possível. Harpa que tem em vez de cordas corações e chamas. Poesia é a vida que cruzamos com ânsia, esperando o que leva sem rumo a nossa barca. Livros doces de versos sãos os astros que passam pelo silêncio mudo para o reino do Nada, escrevendo no céu suas estrofes de prata. Oh! que penas tão fundas e nunca remediadas, as vozes dolorosas que os poetas cantam! Deixaria neste livro toda a minha alma... tradução: William Agel de Melo

Por Federico García Lorca