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Acorda, mas pode ser sem pressa Lá fora o dia começa cedo E nós não temos nada a perder E aqui dentro, o tempo passa lento Nunca me arrependo de perder Esse tempo com você
Por LagumÉ muita pretensão de quem está de fora, dizer quem eu sou ou não. Por isso contente-se com o que você acha, pois jamais saberá quem sou de fato.
Por Edna FrigatoHá um único recanto do universo que podemos ter certeza de melhorar: o nosso próprio eu.
Por Aldous HuxleyOs componentes da sociedade não são os seres humanos, mas as relações que existem entre eles.
Por Arnold ToynbeeSe quiser ficar comigo Amor, há um preço a pagar Eu sou um gênio da lâmpada Você precisa me perguntar do jeito certo
Por Dove CameronII Reis, 2RS, 5:21, Então Geazi correu atrás de Naamã. Quando Naamã viu que alguém vinha correndo atrás dele, saltou da carruagem para ir ao encontro dele. Então perguntou: - Está tudo bem?
Por II Reis, Antigo TestamentoNão sei separar os fatos de mim, e daí a dificuldade de qualquer precisão, quando penso no passado.
Por Clarice LispectorO amor ensina o perdão Conta-se que, numa cidadezinha do interior, uma pobre mãe viúva encontrou sobre a mesa um bilhete do seu filho que dizia: "Mãe, não agüento mais viver com você, vou tentar a minha vida em Londres". Moravam num barraco perto da estação de trem e o jovem fugiu. Sendo filho único, o choque causado pela decepção e a certeza de uma grande solidão e saudade destruíram aquela família. Os anos passaram e para tristeza de todos que conheciam o rapaz, as manchetes de jornais que chegavam da capital, traziam notícias de assaltos e até crimes de morte que ele cometera. Aquela mãe não sabia de nada, porque seus amigos escondiam as notícias. Um dia, chegou uma carta do filho com o seguinte conteúdo: "Mamãe, cansei de tanto sofrer pela saudade e pelos erros que fui acumulando. Estou arrependido. Se a senhora me perdoar, coloque uma bandeira branca na sua janela. Passarei de trem por aí, na madrugada. Se a bandeira estiver lá, descerei". Aquela mãe saiu batendo, de porta em porta, nas casas vizinhas e pediu às pessoas para colocarem uma bandeira branca, nas suas janelas. Quando o rapaz passou por lá e viu tantas bandeiras, desceu chorando. Muitas vezes, os erros são cometidos por falta de orientação e por inexperiência. A compreensão e o apoio nas fraquezas podem levar o indivíduo à recuperação. Um dia, os discípulos de Jesus perguntaram-lhe, quantas vezes uma pessoa deve perdoar a outra quando falhasse. E a resposta sugeriu uma aula sobre o perdão: - Deveis perdoar uns aos outros não sete vezes, mas setenta vezes sete. Talvez, porque muitos educadores retiraram as lições do perdão da cartilha da convivência, a humanidade se embrutece nas relações.
Por Ivone Boechat