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Lamentações de Jeremias, LM, 2:12, Perguntam às suas mães: ´O que temos para comer e beber?`, ao mesmo tempo em que desfalecem como o ferido pelas ruas da cidade ou quando dão o último suspiro nos braços de sua mãe. Mem -

Por Lamentações de Jeremias, Antigo Testamento

Atos, AT, 20:37, Então houve grande pranto entre todos, e, abraçando Paulo, o beijavam,

Por Atos, Novo Testamento

Silêncio. Não é todo mundo que acredita na cura dos outros.

Por Deive Leonardo

A vida é breve, a arte é eterna.

Por Hipócrates

Neemias, NE, 7:57, Os filhos dos servos de Salomão: os filhos de Sotai, os filhos de Soferete, os filhos de Perida,

Por Neemias, Antigo Testamento

Nunca se esqueça de que você é um milagre.

Por Dan Brown

⁠Acostumar-se é se perder.  A gente se acostuma a relacionamentos mornos, a conversas pela metade, a abraços sem aperto e a beijos sem presença. Se acostuma com a ausência dentro da presença. E porque não recebe afeto verdadeiro, logo aprende a não esperar muito. E, porque não espera, começa a se contentar com migalhas — e, nesse processo silencioso, desaprende a desejar o que é inteiro. A gente se acostuma a viver em apartamentos de fundos, com janelas que não dão para o horizonte. Se acostuma com a vista limitada — e, com o tempo, com o olhar limitado. E o mesmo acontece no amor: a gente se acostuma com quem não olha dentro da gente. E, quando ninguém mais vê a alma, a gente deixa de abrir as cortinas do próprio coração. E aí, se esquece do sol, do vento no rosto, do que é se sentir vivo. A gente se acostuma a acordar já cansado, a viver no automático, a não ter tempo nem para si, muito menos para o outro. O “bom dia” vira obrigação, o “te amo” vira rotina, e o toque vira cumprimento. E aí, sem perceber, nos tornamos estranhos dentro dos nossos próprios relacionamentos. Dormimos ao lado de alguém e, ainda assim, sentimos frio. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro por uma mensagem que não vem. A ouvir, com resignação, um “hoje não dá”, “estou ocupado”, “depois a gente vê”. A sorrir por educação, mesmo quando por dentro estamos implorando para sermos notados. A nos doar por inteiro, enquanto o outro só estende a mão. Nos acostumamos a pagar o preço do silêncio, da indiferença, da ausência de reciprocidade. A lutar para manter vínculos que já não se sustentam. A carregar sozinhos a responsabilidade por dois. A estar em relações onde há cobrança demais e escuta de menos. Amor condicionado, respeito negociado. A gente se acostuma com a falta: de carinho, de presença, de parceria, de verdade. A se perder em mensagens sem alma, em promessas vazias, em jantares silenciosos. E, por medo de ficar só, acaba aceitando o pouco — sem perceber que estar mal acompanhado também é solidão. Nos acostumamos à frieza das rotinas, aos relacionamentos rasos, às palavras automáticas, às celebrações sem afeto. A gente se distrai com a correria, com os compromissos, com o mundo lá fora — e esquece que o amor, sem presença, morre sufocado. A gente se acostuma porque dói menos. Porque dá medo recomeçar. Porque é mais fácil manter o que não machuca do que buscar o que de fato preenche. Vai aceitando, em pequenas doses, uma dor aqui, uma ausência ali, uma frustração acolá. Vai sobrevivendo ao lado de quem deveria ser vida. Vai se calando. Vai desistindo. Vai sumindo. E tudo isso para não sofrer. Para preservar o que resta de nós. Para evitar mais feridas, mais decepções, mais perdas. A gente se acostuma… para tentar poupar a vida. Mas, nesse processo de adaptação, a vida escorre. O amor esfria. A alma se encolhe. E, de tanto se acostumar, a gente se perde — do outro, do mundo, e principalmente de si.

Por Vicky Forgiarini Vargas

I Crônicas, 1CR, 11:13, Este estava com Davi em Pas-Damim, quando os filisteus se reuniram ali para a batalha. Havia ali uma plantação de cevada; e o povo fugiu dos filisteus.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Amor da Minha Vida Amor da minha vida, você tem me machucado Você tem partido meu coração E agora você me deixou Amor da minha vida, você não vê? Traga de volta, traga de volta Não tire isso de mim Porque você não sabe O que isso significa para mim Amor da minha vida, não me deixe Você tem roubado meu amor E agora me deserda Amor da minha vida, você não vê? Traga de volta, traga de volta Não tire isso de mim Porque você não sabe O que isso significa para mim Você se lembrará Quando isso acabar E tudo ficar pelo caminho Quando eu envelhecer Eu estarei ao seu lado Para lembrá-lo como eu ainda te amo Eu ainda te amo Volte, volte rápido Por favor, traga de volta para casa Porque você não sabe O que isso significa para mim Amor da minha vida Amor da minha vida Sim

Por Freddie Mercury

Pois mesmo longe eu estou perto de Você

Por Cristiano Araujo