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~ Soneto 29 ~ Quando, malquisto da fortuna e do homem, Comigo a sós lamento o meu estado, E lanço aos céus os ais que me consomem, E olhando para mim maldigo o fado; Vendo outro ser mais rico de esperança, Invejando seu porte e os seus amigos; Se invejo de um a arte, outro a bonança, Descontente dos sonhos mais antigos; Se, desprezado e cheio de amargura, Penso um momento em vós logo, feliz, Como a ave que abre as asas para a altura, Esqueço a lama que o meu ser maldiz: Pois tão doce é lembrar o que valeis Que está sorte eu não troco nem com reis.
Por William ShakespeareCoração O coração é o colibri dourado Das veigas puras do jardim do céu. Um – tem o mel da granadilha agreste, Bebe os perfumes, que a bonina deu. O outro – voa em mais virentes balças, Pousa de um riso na rubente flor. Vive do mel – a que se chama “crenças”, Vive do aroma – que se diz “amor”.
Por Castro AlvesSalmos, SL, 92:6, O tolo não compreende, e o insensato não percebe isto:
Por Salmos, Antigo TestamentoHá três espécies de cérebros: uns entendem por si próprios; os outros discernem o que os primeiros entendem; e os terceiros não entendem nem por si próprios nem pelos outros; os primeiros são excelentíssimos; os segundos excelentes; e os terceiros totalmente inúteis.
Por MaquiavelII Samuel, 2SM, 17:23, Quando Aitofel viu que o seu conselho não tinha sido seguido, preparou o jumento e foi para casa, na cidade em que morava. Pôs em ordem os seus negócios e se enforcou; morreu e foi sepultado na sepultura do seu pai.
Por II Samuel, Antigo TestamentoResta uma escolha. Você vai deixar sua dor te afogar ou vai enfrentá-la e se reerguer?
Por Falando a Real (Shrinking)