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João, JO, 14:24, <J>Quem não me ama não guarda as minhas palavras. E a palavra que vocês estão ouvindo não é minha, mas do Pai, que me enviou.</J>

Por João, Novo Testamento

"Lida propriamente, a Bíblia é a força mais potente para o ateísmo jamais concebida

Por Isaac Asimov

O mar calmo nunca formou um marinheiro habilidoso.

Por Ditado Popular

⁠Nós não somos imortais, mas podemos ser eternos.

Por Mario Sergio Cortella

II Samuel, 2SM, 3:15, Então Isbosete mandou tirá-la do seu marido Paltiel, filho de Laís.

Por II Samuel, Antigo Testamento

Levítico, LV, 16:28, Aquele que o queimar lavará as suas roupas, banhará o seu corpo em água e, depois, entrará no arraial.

Por Levítico, Antigo Testamento

Daniel, DN, 11:34, Ao caírem, receberão uma pequena ajuda; mas muitos se ajuntarão a eles com lisonjas.

Por Daniel, Antigo Testamento

Aquele senhor é uma nuvem negra. Ele exala energia negativa.

Por A Missy Errada

TRISTEZA Minh’alma é como o deserto De dúbia areia coberto, Batido pelo tufão; É como a rocha isolada, Pelas espumas banhada, Dos mares na solidão. Nem uma luz de esperança, Nem um sopro de bonança Na fronte sinto passar! Os invernos me despiram E as ilusões que fugiram Nunca mais hão de voltar! Roem-me atrozes idéias, A febre me queima as veias; A vertigem me tortura!… Oh! por Deus! quero dormir, Deixem-me os braços abrir Ao sono da sepultura! Despem-se as matas frondosas, Caem as flores mimosas Da morte na palidez, Tudo, tudo vai passando… Mas eu pergunto chorando: Quando virá minha vez? Vem, oh virgem descorada, Com a fronte pálida ornada De cipreste funerário, Vem! oh! quero nos meus braços Cerrar-te em meigos abraços Sobre o leito mortuário! Vem, oh morte! a turba imunda Em sua miséria profunda Te odeia, te calunia… – Pobre noiva tão formosa Que nos espera amorosa No termo da romaria. Quero morrer, que este mundo Com seu sarcasmo profundo Manchou-me de lodo e fel, Porque meu seio gastou-se, Meu talento evaporou-se Dos martírios ao tropel! Quero morrer: não é crime O fardo que me comprime Dos ombros lançar ao chão, Do pó desprender-me rindo E as asas brancas abrindo Lançar-me pela amplidão! Oh! quantas louras crianças Coroadas de esperanças Descem da campa à friez!… Os vivos vão repousando; Mas eu pergunto chorando: – Quando virá minha vez? Minh’alma é triste, pendida, Como a palmeira batida Pela fúria do tufão. É como a praia que alveja, Como a planta que viceja Nos muros de uma prisão! S. Paulo – 1861.⁠

Por Fagundes Varela

Semelhante àquele cavaleiro, tão falado nas lendas, que subitamente vê uma ave rara e teima em perseguí-la, julgando-se de imediato prestes a atingi-lá. Mas a ave novamente se distancia até o cair da noite. Então o cavaleiro, distante dos seus e perdido na solidão já não sabe o caminho. Assim é o possível do desejo.

Por Soren Kierkegaard