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De nada adianta se o que vem de dentro de você é mal, pois tudo que fizerdes nada dará certo e a paz exterior estará fadada ao fracasso.

Por Francisco José Gregório de Andrade

Êxodo, EX, 32:16, As tábuas eram obra de Deus; também o que estava escrito tinha sido escrito pelo próprio Deus, esculpido nas tábuas.

Por Êxodo, Antigo Testamento

I Crônicas, 1CR, 22:12, Que o Senhor lhe conceda prudência e entendimento, para que, quando for rei sobre Israel, você guarde a Lei do Senhor, seu Deus.

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Jó, JÓ, 5:13, Ele apanha os sábios na própria astúcia deles, e o conselho dos que tramam não chega a vingar.

Por Jó, Antigo Testamento

O conhecimento deve conduzir ao amor. Quanto mais sabemos, mais devemos compartilhar do que sabemos com os outros e usar o nosso conhecimento em serviço a eles, seja na evangelização, seja no ministério. Às vezes, porém, nosso amor poderá moderar o nosso conhecimento. Pois o conhecimento em si pode ser ríspido; é-lhe necessário Ter a sensibilidade que o amor lhe pode dar. Foi isso o que Paulo quis dizer quando escreveu: “O saber ensoberbece, mas o amor edifica”. O “senhor do saber” de quem ele fala é o cristão instruído, sabedor de que há um só Deus, de que os ídolos nada são, e que portanto não há razão teológica alguma pela qual não deva comer uma comida que fora anteriormente oferecida a ídolos. Entretanto, pode haver um motivo de ordem prática para dela se abster. É que alguns cristãos não têm tal conhecimento e, em conseqüência, suas consciências são “fracas”, ou seja, não instruídas e excessivamente escrupulosas. Anteriormente eles próprios haviam sido idólatras. E, mesmo depois de sua conversão, acham que, em sã consciência, não podem comer tais carnes. Estando com eles, então, Paulo argumenta: o cristão “forte” ou instruído deve abster-se para não ofender a consciência “fraca” de seus irmãos. Ele mesmo tem a liberdade de consciência para comer. Porém o seu amor limita a liberdade que o conhecimento lhe dá. Talvez seja contra tais circunstâncias que Paulo chega a dizer, em alguns capítulos adiante: “Ainda que eu ... conheça todos os mistérios e toda a ciência ... se não tiver amor, nada serei”.

Por John Stott

⁠⁠"... nos instantes de volúpia quando, no êxtase do g0zo, o homem perde consciência do mundo exterior e, na expressão popular, "morre no outro". Isso significa que a morte e o amor têm uma estreita semelhança."

Por Georg Groddeck

As pessoas têm muitas coisas reprimidas dentro de si. Tantas coisas que elas nunca podem esquecer. Estranho, não é? (Tifa)

Por Final Fantasy VII

Gostávamos da casa porque, além de espaçosa e antiga (hoje que as casas antigas sucumbem à mais vantajosa liquidação de seus materiais), guardava as recordações de nossos bisavós, o avô paterno, nossos pais e toda a infância. Habituamo-nos, Irene e eu, a permanecer nela sozinhos, o que era uma loucura, pois nessa casa podiam viver oito pessoas sem se molestarem. Fazíamos a limpeza pela manhã, levantando-nos às sete, e pelas onze eu deixava a Irene as últimas peças por repassar e ia à cozinha. Almoçávamos ao meio-dia; sempre pontuais; então não ficava nada por fazer além de uns poucos pratos sujos. Era para nós agradável almoçar pensando na casa ampla e silenciosa; e em como nos bastávamos para mantê-la limpa.

Por Julio Cortázar

Ezequiel, EZ, 18:13, emprestar para ter lucro e cobrar juros, será que esse viverá? Não viverá. Ele fez todas estas abominações e será morto; é responsável pela própria morte.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

As redes sociais são tendenciosas, não para a esquerda ou para a direita, mas para baixo.

Por Jaron Lanier