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Por Fagundes Varela
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Adeus!Adeus! A estrela matutina Pelos clarões da aurora deslumbrada Apaga-se no espaço, A névoa desce sobre os campos úmidos, Erguem-se as flores trêmulas de orvalho Dos vales no regaço. Tu não mais ouvirás os doces versos Que nas várzeas viçosas eu compunha, Ou junto das torrentes; Nem teus cabelos mais verás ornados, Como a pagã formosa, de grinaldas De flores rescendentes.