Mais frases de Jean Fourastié!

Não temas, eu venci o mundo!

Por Jesus Cristo

Não faças aos outros o que não queres que os outros te façam a ti.

Por Jesus Cristo

O desejo é uma árvore com folhas; a esperança, uma árvore com flores; o prazer, árvore com frutos.

Por Guilherme Massien

Saudade é uma merda.

Por Dercy Gonçalves

A verdade é que a gente não faz filhos. Só faz o layout. Eles mesmos fazem a arte-final.

Por Luis Fernando Verissimo

⁠Levar palavras de conforto, ha quem precisa são coisas maravilhosas que podemos fazer para nossos irmãos. Seja um amante das coisas simples da vida. Seja amante de ajudar as pessoas. Seja amante de amor. Ofereça ajuda sem esperar coisas em troca, Deus encarregara de recompesa-lo da forma que você merece. Lailison Douglas.

Por Lailison Douglas

Nos teus olhos altamente perigosos vigora ainda o mais rigoroso amor a luz dos ombros pura e a sombra duma angústia já purificada Não tu não podias ficar presa comigo à roda em que apodreço apodrecemos a esta pata ensangüentada que vacila quase medita e avança mugindo pelo túnel de uma velha dor Não podias ficar nesta cadeira onde passo o dia burocrático o dia-a-dia da miséria que sobe aos olhos vem às mãos aos sorrisos ao amor mal soletrado à estupidez ao desespero sem boca ao medo perfilado à alegria sonâmbula à vírgula maníaca do modo funcionário de viver Não podias ficar nesta casa comigo em trânsito mortal até ao dia sórdido canino policial até ao dia que não vem da promessa puríssima da madrugada mas da miséria de uma noite gerada por um dia igual Não podias ficar presa comigo à pequena dor que cada um de nós traz docemente pela mão a esta pequena dor à portuguesa tão mansa quase vegetal Mas tu não mereces esta cidade não mereces esta roda de náusea em que giramos até à idiotia esta pequena morte e o seu minucioso e porco ritual esta nossa razão absurda de ser Não tu és da cidade aventureira da cidade onde o amor encontra as suas ruas e o cemitério ardente da sua morte tu és da cidade onde vives por um fio de puro acaso onde morres ou vives não de asfixia mas às mãos de uma aventura de um comércio puro sem a moeda falsa do bem e do mal

Por Alexandre O'Neill

Se uma gaivota viesse trazer-me o céu de Lisboa no desenho que fizesse, nesse céu onde o olhar é uma asa que não voa, esmorece e cai no mar. Que perfeito coração no meu peito bateria, meu amor na tua mão, nessa mão onde cabia perfeito o meu coração. Se um português marinheiro, dos sete mares andarilho, fosse quem sabe o primeiro a contar-me o que inventasse, se um olhar de novo brilho no meu olhar se enlaçasse. Que perfeito coração no meu peito bateria, meu amor na tua mão, nessa mão onde cabia perfeito o meu coração. Se ao dizer adeus à vida as aves todas do céu, me dessem na despedida o teu olhar derradeiro, esse olhar que era só teu, amor que foste o primeiro. Que perfeito coração morreria no meu peito morreria, meu amor na tua mão, nessa mão onde perfeito bateu o meu coração.

Por Alexandre O'Neill

O meu marido saiu de casa no dia 25 de Janeiro. Levava uma bicicleta a pedais, caixa de ferramenta de pedreiro, vestia calças azuis de zuarte, camisa verde, blusão cinzento, tipo militar, e calçava botas de borracha e tinha chapéu cinzento e levava na bicicleta um saco com uma manta e uma pele de ovelha, um fogão a petróleo e uma panela de esmalte azul. Como não tive mais notícias, espero o pior.

Por Alexandre O'Neill

⁠Uma coisa pensa o cavalo, outra quem está a montá-lo.

Por Alexandre O'Neill