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Quando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cidades para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas... Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores. O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade. Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior. A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo. É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição. Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações. O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas... porém, em ordem e em paz.
Por Divaldo FrancoMarcos, MC, 1:21, Depois, entraram em Cafarnaum, e, logo no sábado, Jesus foi ensinar na sinagoga.
Por Marcos, Novo TestamentoEster, ET, 2:6, Ele tinha sido levado de Jerusalém com os exilados que foram deportados com Jeconias, rei de Judá, a quem Nabucodonosor, rei da Babilônia, havia levado para o exílio.
Por Ester, Antigo TestamentoII Samuel, 2SM, 7:14, Eu lhe serei por pai, e ele me será por filho. Se vier a transgredir, eu o castigarei com varas de homens e com açoites de filhos de homens.
Por II Samuel, Antigo Testamento– A nossa conversa foi perfeita pra mim. – Posso te dar um papo? Eu nem lembro direito da nossa conversa. (Diálogo entre Gabriel e Bruna)
Por BBB 23I Crônicas, 1CR, 5:22, Porque muitos caíram feridos à espada, pois a batalha era de Deus. E eles habitaram no lugar deles até o exílio.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoExperiências com a morte marcam para sempre. E você esteve muito perto de morrer. Isso lhe deu uma força rara, mas também fez outras energias mais sombrias quererem vir até você.
Por Legado nos OssosII Crônicas, 2CR, 20:4, Judá se congregou para pedir socorro ao Senhor. Também de todas as cidades de Judá veio gente para buscar o Senhor.
Por II Crônicas, Antigo Testamento