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Nossa relação é como um passeio de montanha-russa. Os freios podem estar quebrados e os trilhos em chamas, mas não consigo escapar do carrinho.
Não experimento a mesma sensação de progresso que os outros. O que sinto é que estou presa, esperando que a minha vida aconteça.
A vida inteira tive um corpo digno de comentários, e se há uma coisa que viver na minha pele me ensinou foi que, se o corpo não é seu, você não tem direito de dizer nada. Seja a pessoa gorda, magra, alta ou baixa, não interessa.
Gosto da ideia de guardar meu mundo em pequenos compartimentos, para evitar qualquer risco de colisão.
Fazer bem uma coisa não significa que se tenha a obrigação de fazê-la. Só porque é fácil não quer dizer que seja certo.
Talvez as gordas, as mancas, ou as gengivudas e dentuças não costumem vencer concursos de beleza. Talvez não seja a norma, mas o único jeito de mudar isso é marcando presença. Porque ninguém vai nos dar nada de bandeja.
Não podemos ter coisas maravilhosas o tempo todo [...] Esqueceríamos o quão maravilhosas elas são.
Às vezes, descobrir quem você é implica entender que o ser humano é um mosaico de experiências. Eu sou Dumplin’, Will e Willowdean. Gorda. Feliz. Insegura. Corajosa.
Há algo no biquíni que faz com as mulheres achem que precisam conquistar o direito de usá-lo. E isso é um absurdo. Na verdade, o critério é muito simples: você tem um corpo, não tem? Então veste um e manda a ver!
A perfeição não é nada mais que um fantasma que perseguimos.