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Jó, JÓ, 39:16, Trata com dureza os seus filhos, como se não fossem seus. Embora seja em vão o seu trabalho, ela está tranquila,
Por Jó, Antigo TestamentoII Samuel, 2SM, 15:37, Então Husai, amigo de Davi, foi para a cidade, e Absalão entrou em Jerusalém.
Por II Samuel, Antigo TestamentoJá gastámos as palavras pela rua, meu amor, e o que nos ficou não chega para afastar o frio de quatro paredes. Gastámos tudo menos o silêncio. Gastámos os olhos com o sal das lágrimas, gastámos as mãos à força de as apertarmos, gastámos o relógio e as pedras das esquinas em esperas inúteis. Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada. Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro; era como se todas as coisas fossem minhas: quanto mais te dava mais tinha para te dar. Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes. E eu acreditava. Acreditava, porque ao teu lado todas as coisas eram possíveis. Mas isso era no tempo dos segredos, era no tempo em que o teu corpo era um aquário, era no tempo em que os meus olhos eram realmente peixes verdes. Hoje são apenas os meus olhos. É pouco mas é verdade, uns olhos como todos os outros. Já gastámos as palavras. Quando agora digo: meu amor, já não se passa absolutamente nada. E no entanto, antes das palavras gastas, tenho a certeza de que todas as coisas estremeciam só de murmurar o teu nome no silêncio do meu coração. Não temos já nada para dar. Dentro de ti não há nada que me peça água. O passado é inútil como um trapo. E já te disse: as palavras estão gastas. Adeus.
Por Eugénio de AndradeMeu estilo de vida liberta a minha mente, Eu sou completamente louco, mas um louco consciente.
Por ChorãoSalmos, SL, 79:7, Porque eles devoraram Jacó e destruíram as suas moradas.
Por Salmos, Antigo TestamentoA irracionalidade de uma coisa não é argumento contra a sua existência, mas sim uma condição para ela. (Nietzche)
Por Criminal MindsI Crônicas, 1CR, 25:23, A décima sexta, para Hananias, seus filhos e seus irmãos, doze ao todo.
Por I Crônicas, Antigo TestamentoNas lágrimas de amor há, como na saudade, uma doce amargura, que é veneno que não mata, por vir sempre temperado com o reativo da esperança, a moça julgou dever separar da dor, que a fazia chorar amargores, a esperança que no pranto lhe adicionava a doçira, e, tendo de exprimir a doçura, Ahy cantou.
Por Joaquim Manuel de Macedo